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| Dia de mudanças |
O
Partido dos Trabalhadores na verdade e com a sua evolução, passou para a população em geral e principalmente a votante, que a sua administração
seria diferente, no que e por sua vez essa mesma população cansada do neoliberalismo
praticado pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, apostou na mudança
no praticar uma linha de atendimento voltada para as camadas mais
necessitadas, no contarem com o apoio da máquina do estado e assim sendo, forneceu o devido combustível no acreditar e assim possibilitou a oportunidade para que
o seu eminente chefe maior, Luiz Inácio Lula da Silva chegasse ao poder se elegendo
presidente da república.
Porém essa mesma população esqueceu-se de que deveria também colocar ao seu lado, uma
câmara e um senado aliado e a altura de caminharem juntos e até mesmo conviver com a oposição harmoniosamente na
aprovação dos projetos, notadamente os mais agudos, além de urgentes.
Assim
sendo e no praticar o contrário, lá colocaram e com maioria absoluta, uma bancada Peemedebista e cuja sigla (PMDB), vem atazanando a vida do PT a partir da
gestão do presidente Lula, o qual governou nos seus mandatos, sob pressão e na condição de refém do seu
pseudos aliados. Cujo partido encontrava-se traçando nos bastidores 'meandros do congresso nacional', estratégias
preparativas para o golpe que observa-se nos dias de hoje.
Assim
entendemos, pelo evidente fato de somente não enxergar quem assim
não o deseja. Será que o PT e suas lideranças foram tão inocentes assim e a
ponto de não enxergar que estavam sendo vitima de um poder paralelo, no promoverem
uma administração sendo refém da sua mais 'fidelizada sigla? Assim sendo
viera a dita sigla convivendo e espalhando sujeiras pelos caminhos por onde passavam e no sentido de que o PT se lambuzasse e a ponto de chegar a fedentina até o nível do pescoço em que se
encontra hoje.
Não
satisfeito e no frigir dos ovos, na reta final do mandato Dilma, iniciou o cerco
e assim sendo conseguiram estrategicamente, as 'vitórias alcançadas nos
dias atuais', no que e após conquistarem os mais importantes ministérios e secretarias, colocaram um os
seus, tipo; Michel Teme, na vice-presidência, Renan Calheiro, na presidência do
senado e por última o ‘malabarista’ Eduardo Cunha, a frente do congresso nacional.
Aí
perguntamos; precisa falar mais alguma coisa? Por. MM Souza.

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