sexta-feira, 1 de abril de 2016

Marajás 'paraguaios'

Na condição de verdadeiros marajás, os quais e nas suas suntuosas cortes, como contam as histórias antigas e atuais, os quais mantinham as suas suntuosidades através dos tributos recolhidos perante o povo, no presente e na onda do petróleo, os marajás se modernizaram, antes os seus símbolos e meios de transporte eram camelos, atualmente luxuosos carrões além de aréns sempre cheios.
Por aqui também existem os seus marajás e como tem, só que os de cá, além de explorarem as desgraças alheias, no espoliarem os pobres coitados cidadãos no alimentarem as suas suntuosidades com verbas originárias do erário público desviadas, ‘roubadas’, no imitar os de lá avançaram e por todos os meios nas verbas até mesmo no básico das merendas escolares, contudo isso e ainda por não se darem por satisfeitos embriagados pelas especiais champanhes franceses e os cambaus e no invejarem a vida dos verdadeiros marajás do além-mar partiram com muita sede a um pote chamado Petrobrás e aí a coisa ficou feia.
No que e por ‘tabela’ se não fosse os ‘comprometimentos sob cortina de fumaça’ decorrentes da operação Lava Jato, até que se enalteceria a disposição do Juiz Sérgio Moro. 
Na verdade alguém tinha que estancar a sangria, algum cidadão ‘muito macho’ teria que um dia e em nome de um Brasil desigual ao extremo, pegar no pé dos ‘marajás paraguaios’ instalados no país, verdadeiros apátridas, os quais e no se darem bem, faziam qualquer sacrifício para sentarem com as suas respectivas famílias, ‘atualmente paneleiras’, nos seus respectivos tapetes voadores transportadores de luxurias e de prazeres.                                         
Assim sendo desconheciam no que e agora, alguns desses sentem nas suas respectivas peles ‘no verem o sol nascer quadrado’ dentro de ‘enlatadas sardinhas’ conhecida como cela e cujos caviares e esturjões disponíveis nas suas suntuosas mesas, apenas ficam nas suas respectivas torturas mentais, no conviverem com as suas lembranças e dores de consciências. 
Marajás 'paraguaios'
Ao passo que os seus paus mandados no passarem pelas esquinas da vida, desdenham, no disseminarem a ideia de que 'pobre não deveria ter direito sequer a bolsa família', caviar então, somente com rapadura e mesmo assim ludicamente  na versão da banda e cujo odor, mais parece aquilo que jogaram na coitada da Gení. Por> MM Souza.



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