Na
condição de verdadeiros marajás, os quais e nas suas suntuosas cortes, como
contam as histórias antigas e atuais, os quais mantinham as suas suntuosidades
através dos tributos recolhidos perante o povo, no presente e na onda do petróleo,
os marajás se modernizaram, antes os seus símbolos e meios de transporte eram
camelos, atualmente luxuosos carrões além de aréns sempre cheios.
Por
aqui também existem os seus marajás e como tem, só que os de cá, além de explorarem
as desgraças alheias, no espoliarem os pobres coitados cidadãos no alimentarem
as suas suntuosidades com verbas originárias do erário público desviadas, ‘roubadas’,
no imitar os de lá avançaram e por todos os meios nas verbas até mesmo no
básico das merendas escolares, contudo isso e ainda por não se darem por
satisfeitos embriagados pelas especiais champanhes franceses e os cambaus e no
invejarem a vida dos verdadeiros marajás do além-mar partiram com muita sede a
um pote chamado Petrobrás e aí a coisa ficou feia.
No
que e por ‘tabela’ se não fosse os ‘comprometimentos sob cortina de fumaça’ decorrentes
da operação Lava Jato, até que se enalteceria a disposição do Juiz Sérgio Moro.
Na verdade alguém tinha que estancar a sangria, algum cidadão ‘muito macho’ teria que
um dia e em nome de um Brasil desigual ao extremo, pegar no pé dos ‘marajás
paraguaios’ instalados no país, verdadeiros apátridas, os quais e no se darem
bem, faziam qualquer sacrifício para sentarem com as suas respectivas famílias,
‘atualmente paneleiras’, nos seus respectivos tapetes voadores transportadores
de luxurias e de prazeres.
Assim
sendo desconheciam no que e agora, alguns desses sentem nas suas respectivas
peles ‘no verem o sol nascer quadrado’ dentro de ‘enlatadas sardinhas’ conhecida
como cela e cujos caviares e esturjões disponíveis nas suas suntuosas mesas, apenas ficam
nas suas respectivas torturas mentais, no conviverem com as suas lembranças e dores
de consciências. ![]() |
| Marajás 'paraguaios' |


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