sexta-feira, 29 de abril de 2016

Cultura na contra-mão

 Como se não bastassem as discretas ações promovidas por setores públicos no relacionado aos projetos culturais em andamento no país, a cada dia que se passa fecha uma banca de jornal aqui ali e acolá, infelizmente. No que se lamenta como também se trata de um chamativo e quiçá apelo relativo aos descasos daqueles que deveriam cuidar do patrimônio maior da humanidade, seus laços culturais.
Focamos o assunto por e não fazendo muito tempo, no procurar as pequenas e grandes livrarias existentes em cidades como Rio de janeiro e São Paulo além de Salvador, no procurar principalmente nas artérias aonde se concentravam a maioria das famosas livrarias e muitas das vezes disputando pontos em áreas nobres com os grandes comércios de serviços. Assim sendo, na sua quase totalidade, os estratégicos pontos foram paulatinamente sendo desocupados e em contrapartida foram aos poucos transformados em botecos.  
Assim como estamos enfatizando o assunto em questão, pelo fato de morarmos numa cidade do interior e mesmo não sendo uma cidade com hábitos comuns em se tratando de literatura, uma das únicas livrarias no momento existente ‘carregada’ por uma guerreira cidadã e pelo fato das condições comerciais cada vez mais avolumando perdas, a sua dona Veradete Leite, determinara o encerramento de suas atividades e sob a alegação de falta de apoio das autoridades municipais, no desenvolver relacionamento de proximidade envolvendo ações do poder público conjuntamente.

É com muito pesar e até mesmo comovida ‘que estou cerrando as portas da Canteiros, infelizmente’, inclusive realizando promoções especiais. Comovida relata a insistente guerreira cidadã. Postado por MM Souza- Escritor

Nenhum comentário:

Postar um comentário