sábado, 23 de abril de 2016

O Impostor

Pôncio Pilatos
Presidenta do Brasil Dilma Rousseff
Não se pode desconhecer o que revela a Bíblia Sagrada no relacionado a caminhada do filho do supremo maior Jesus Cristo aqui na Terra, o qual e com toda a humildade mesmo sabedor do seus poder, procurou conviver com os mais fracos, ou seja, os mais humildades dos cidadãos. Mesmo tendo que pagar alto preço assim o preferiu, quando, poderia o mesmo conviver sob pilares dos suntuosos castelos.
Assim sendo e no conviver e defender as classes mais humildes pagara o seu preço e muito alto nos momentos do seu calvário. Julgado por uma sedenta população presente nas raias palacianas, centro do poder midiático da época, o levou ao extremo da humilhação no ser desvalorizado, chegando o momento do seu julgamento, ser menos considerado que o malfeitor Barrabás e cuja massa sedenta de raiva e mesmo sem apresentar culpabilidade alguma no ser exposto pelo então Pôncio Pilatos, o qual e no expô-lo perante a voz daquele povo sedento perguntara; liberto Jesus ou Barrabás? A massa respondera; Barrabás, o mesmo insistira, mais não vejo nenhuma culpa para condená-lo e mais uma vez perguntara; Jesus ou Barrabás? A massa respondera Barrabás. Desta forma e no o soberano respeitar a vontade do povo, lavara as suas mãos no atendimento aos alienados midiáticos da época presentes nos dias atuais e assim sendo condenaram Jesus.
Sombra do poder
Condenado, fora o mesmo trocado por um salteador, que fora preso por cometer muitos delitos e até mesmo condenado por haver cometido crime de morte contra representante da realeza. Assim sendo, observa-se que a caminhada do ex-presidente Lula, no modelar procedimentos comparáveis à caminhada do ungido filho do Supremo e no passar o bastão para sua substituta Dilma, se encontra os mesmos literalmente sob o vaticínio dos que se acham superiores a tudo aqui na terra e graças obviamente aos andrógenos midiáticos, muitos dos quais e no pertencerem a família Iscariote, os condenam.  No que ao assim considera-los, não retiro a isenção de que não tenham cometidos algum delito administrativo, porem não o suficiente para subjuga-los como o fizera a plateia de Pôncio Pilatos e se o fizera, que paguem diante de uma corte isenta não comprometida partidariamente com os seus algozes. E se mesmo assim o cometera que seja apresentado perante ‘os seus julgadores’, mesmo que não possuam idoneidade moral para julga-los, que apresentem contundentes provas.
Que não venham com choros melos no usurparem os votos de 54 milhões de brasileira, os quais foram suficientes para lá os colocarem e se boa parte desses bandearam, foi diante do poder midiático de criadores de factoides doidamente absorvido os quais e ao menos possuírem capacidade do  discernimento no avaliá-los. Por> MM Souza.

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