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| Pôncio Pilatos |
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| Presidenta do Brasil Dilma Rousseff |
Não se pode desconhecer o que revela
a Bíblia Sagrada no relacionado a caminhada do filho do supremo maior Jesus
Cristo aqui na Terra, o qual e com toda a humildade mesmo sabedor do seus poder,
procurou conviver com os mais fracos, ou seja, os mais humildades dos cidadãos.
Mesmo tendo que pagar alto preço assim o preferiu, quando, poderia o mesmo conviver
sob pilares dos suntuosos castelos.
Assim sendo e no conviver e defender
as classes mais humildes pagara o seu preço e muito alto nos momentos do seu
calvário. Julgado por uma sedenta população presente nas raias palacianas,
centro do poder midiático da época, o levou ao extremo da humilhação no ser
desvalorizado, chegando o momento do seu julgamento, ser menos considerado que
o malfeitor Barrabás e cuja massa sedenta de raiva e mesmo sem apresentar
culpabilidade alguma no ser exposto pelo então Pôncio Pilatos, o qual e no expô-lo
perante a voz daquele povo sedento perguntara; liberto Jesus ou Barrabás? A massa
respondera; Barrabás, o mesmo insistira, mais não vejo nenhuma culpa para
condená-lo e mais uma vez perguntara; Jesus ou Barrabás? A massa respondera
Barrabás. Desta forma e no o soberano respeitar a vontade do povo, lavara as
suas mãos no atendimento aos alienados midiáticos da época presentes nos dias
atuais e assim sendo condenaram Jesus.
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| Sombra do poder |
Condenado, fora o mesmo trocado por
um salteador, que fora preso por cometer muitos delitos e até mesmo condenado por
haver cometido crime de morte contra representante da realeza. Assim sendo,
observa-se que a caminhada do ex-presidente Lula, no modelar procedimentos
comparáveis à caminhada do ungido filho do Supremo e no passar o bastão para sua
substituta Dilma, se encontra os mesmos literalmente sob o vaticínio dos que se
acham superiores a tudo aqui na terra e graças obviamente aos andrógenos midiáticos,
muitos dos quais e no pertencerem a família Iscariote, os condenam. No que ao assim considera-los, não retiro a
isenção de que não tenham cometidos algum delito administrativo, porem não o
suficiente para subjuga-los como o fizera a plateia de Pôncio Pilatos e se o
fizera, que paguem diante de uma corte isenta não comprometida partidariamente
com os seus algozes. E se mesmo assim o cometera que seja apresentado perante ‘os
seus julgadores’, mesmo que não possuam idoneidade moral para julga-los, que
apresentem contundentes provas.
Que não venham com choros melos no
usurparem os votos de 54 milhões de brasileira, os quais foram suficientes para
lá os colocarem e se boa parte desses bandearam, foi diante do poder midiático
de criadores de factoides doidamente absorvido os quais e ao menos possuírem capacidade
do discernimento no avaliá-los. Por> MM Souza.




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