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| Deputado Federal Jean Willian |
Já
que cuspe não mata, ‘então vamos dá o troco cuspindo’, por se tratar o cuspe e no momento de um elemento utilizado contra os que insistem fazer valer coisas
antigas, melhor dizendo, coisas de outrora, coisas de um país das intolerâncias
e imposições oligarcas e cujo conservadorismo insiste em retorna-lo ao túnel de
um tempo que não existe mais, existindo tão somente nas cabeças de alguns,
tempo que fora alimentado no atravessá-lo até o presente, pelos filhotes das
oligarquias, tempos dos perversos ditadores,
os quais temam em desconhecer que o país do momento encontrava-se sendo modelado
para o futuro através de ambiciosos projetos sociais, não mais aceitando o país
de hoje ditames, ditames da intolerância fomentado e praticado pelos atualmente reconhecidos como ‘coxinhas’, os
quais e no fazerem parte nas suas composições DNAs, resquícios de um passado e cujas
forças progressistas, mesmo ‘sob protestos’ impõem resistência e o cuspe tem
sido uma eficiente arma de resistência e cujos patriotas imaginavam haver se
disseminado além de enterrado a partir da lei Área.Assim sendo existe de um lado ‘a turma do cuspe’, que por sua vez e por serem mais esclarecidos, desejam que o país continue em cima dos trilhos econômicos (como vinha ocorrendo), socialmente justo como se encontrava a caminhar, respeitando direitos e sendo respeitado por outras nações, além de reconhecido por autoridades e sensatos cidadãos existentes pelo mundo a fora. E do outro lado, os retro gados, ‘miolos de pote’, ‘se é que pote possui miolo’, os quais frequentaram faculdades e na sua grande maioria portadores de diplomas comprados a custa de um preço muito alto, pago muitas das vezes, com o suor e sangue da sociedade menos favorecida, como e também daqueles que vivenciam as suas vidas em regime de exclusão total, por aqui, trópicos além da linha do equador, a qual deveria ser respeitada por nações que não a respeita.
Assim
sendo e no frigir dos ovos, ‘vamos cuspir enquanto saliva tiver’ no que será
representado nas páginas da história contemporânea do país e quiçá, um dia constará em alguma dessas páginas, como um período ou quem sabe dia, ‘o dia
do cuspe’, como contado em prosas e versos 'o dia do Fico'. Quem viver verá. Por> MM
Souza.

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