Conforme
revelado no conteúdo a seguir der repente alguns desses ‘moleques’ se tornaram
celebridades na mídia nacional por
participarem acredito-movidos como diz na língua pataxó, por Caiambás. Certo é
que e diante da participação da FIESP mancomunados com sistemas brasileiros de
comunicação em geral, vem os mesmos ocupando espaço na mídia televisiva diante
dos seus préstimos aos encapuzados da vida, suas ações nas redes sociais, os
quais vivenciam os seus dia a dia postando vídeos produzidos com certeza a preços
altos, envolvendo nas suas produções sofisticados banners postados nas redes sociais diuturnamente
nas sus campanhas pregadoras do ódio e assim sendo, formando um “estado
islâmico” nos bastidores da política brasileira.
Já
passou da hora de serem investigadas as origens e quem usam as sua respectivas
bocas impregnadas de discursos vazios no atentarem contra a democracia ora
vigente no país. No que acreditamos e mesmo capengando diante de tantas
aberrações se tratar de paus mandados e até mesmo no fazerem parte de uma
cadeia de subversivos econômicos treinados por agentes estrangeiros.
Vamos
ao assunto conforme postado numa página de grande visibilidade nacional e
interacional: “Coordenador
nacional do Movimento Brasil Livre (MBL), Kim Kataguiri e mais dois membros do
movimento, Renan Santos e Rubens Nunes, entraram no plenário da Câmara Federal
com crachás fornecidos de maneira irregular por deputados oposicionistas; de
acordo com Renan Santos, o acesso foi permitido pelo deputado Darcísio Perondi
(PMDB-RS) e pelo líder do DEM, Pauderney Avelino (AM), que confirmaram terem
autorizado o acesso; o peemedebista sem saber se os integrantes do MBL estavam
na Câmara durante a madrugada, mas confirmou que forneceu um dos crachás”.
Diante de tanta baguança e até
mesmo as leis constituídas, os cidadãos brasileiros estão perplexo como é que
um país considerado como uma das potências oitava economia do mundo
contemporâneo chega a ponto de baixar a guarda em função da malandragem
institucionalizada. É desta forma que e no andar da bicicleta ou no ostentar de
carrões aí sim é que não vamos chegar a lugar algum em se tratando de conceito
e respeitabilidade, fora dos limites do país porque por aqui, já virou casa de
mãe Joana mesmo. Por> MM Souza


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