LEIA VALE A PENA > O que Época retrata como uma ação
corriqueira pode ser algo muito maior, inserido numa ação geopolítica dos
Estados Unidos, para enfraquecer na sua originalidade a economia brasileira....
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| Meramente ilustrativa |
Gostaria se possível for que as pessoas que
cuidam do Brasil, ou se não, porém que possua vontade de ver o país crescer de
verdade, caso não existisse inúmeros obstáculos nos seus caminhos.
Não faz muito tempo, mais precisamente no mês
de dezembro passado, postamos nesta página relevante assunto dirigido a todos pátrios cidadãos, assunto que deveria ser observado
com maior atenção além de maiores cuidados por todos. Se tratando exatamente do assunto que segue postado pela página www.brasil247.com.br, correspondendo na data de hoje e seguindo na sua originalidade. Mais detalhe a respeito da nossa postagem em dezembro do ano passado e sob titulo “Disputa
internacional em tono do Brasil”. Veja arquivo.
Que tenha paciência
e leia com a devida atenção.....
Página 247 – Uma reportagem da revista Época, do grupo
Globo, revela, de forma inadvertida, as digitais da administração Barack Obama
na produção de provas da Operação Lava Jato.
A revelação está na reportagem "PF acha prova de que
Lula, presidente, atendeu a pedido de lobista da Odebrecht" e aponta que o Departamento de Justiça dos
Estados Unidos recuperou dados da caixa de e-mails de Alexandrino Alencar,
ex-diretor da Odebrecht, que foram entregues à força-tarefa brasileira:
A caixa de e-mails de
Alexandrino havia sido apagada, mas foi recuperada graças a uma investigação
do Departamento de Justiça dos Estados Unidos,
motivada pela Lava Jato.
Os dados foram enviados à PF no início de março. “O e-mail supra aponta
indícios de que Luiz Inácio Lula da Silva era incentivado a atender
compromissos de interesse do Grupo Odebrecht ainda quando ocupava a cadeira de
presidente”, diz o relatório da polícia enviado ao juiz
Sergio Moro e obtido por ÉPOCA.
O texto curto constitui um novo elemento na investigação sobre a suspeita de
que Lula fez tráfico de influência
para a Odebrecht –
não só após deixar o cargo, mas desde que era presidente da República.
O que Época retrata como uma
ação corriqueira pode ser algo muito maior, inserido numa ação geopolítica dos
Estados Unidos, para enfraquecer a economia brasileira.
Desde o início da Operação Lava
Jato, o setor de engenharia brasileiro praticamente quebrou. A Odebrecht,
sozinha, demitiu 70 mil funcionários e pode reestruturar dívidas de R$ 100
bilhões.
Além disso, foram paralisados
projetos estratégicos como a construção dos submarinos nucleares, a cargo da
Odebrecht e do grupo francês DCNS, que visam patrulhar a fronteira marítima do
Brasil, onde estão as reservas do pré-sal. Outra possível consequência da
operação é abertura do pré-sal à exploração de grupos estrangeiros.
De 1964 a 2016
Na recente viagem que fez à
Argentina, o presidente Barack Obama ensaiou um discurso pró-democracia. Ao
lado do presidente argentino Mauricio Macri, disse que os Estados Unidos devem
perdão aos argentinos por terem apoiado a ditadura sanguinária no país vizinho.
Ao comentar a crise no Brasil, Obama se esquivou de condenar o golpe em curso e
disse que o "Brasil possui instituições fortes" – a senha que traduz
seu apoio à deposição da presidente Dilma Rousseff, que sua própria
administração grampeou ilegalmente por meio da NSA. Depois disso, Macri, que
vinha condenando o golpe no Brasil, decidiu se calar.
Dias atrás, o jornal russo
Pravda apontou as digitais do governo americano na tentativa de derrubada do governo
da presidente Dilma.
Recentemente, uma reportagem da revista Foreign Affairs, também destacou como o
Brasil vinha se transformando em player global, graças à ação do ex-presidente
Lula e das construtoras brasileiras – especialmente na África e na América
Latina.
Assim como apoiaram o golpe
militar de 1964, ao lado de grupos de comunicação como a Globo, os Estados
Unidos também parecem estar envolvidos no golpe de 2016, para que o Brasil volte
a ser quintal do império.
Se ainda assim não foi
suficiente, leia artigo construído e postado em fevereiro do corrente ano sob
título de “Barreira dos infernos”. Por
> MM Souza.


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