quinta-feira, 21 de abril de 2016

O Enigmático voo do presidenciável Eduardo Campos

Ex presidenciável Eduardo Campos
O acidente do Cesna Citation 560-XLS ocorrido no dia 13 de agosto de 2014, oportunidade que uma aeronave conduzindo o então presidenciável Eduardo Campos, envolto numa “misteriosa operação de sua tripulação” a qual e no frigir dos ovos como revelado em conteúdo informativo da época, caiu ao se aproximar do aeroporto localizado no litoral da cidade de Santos (SP) e cuja tripulação composta entre técnicos, acompanhantes a tripulação além do presidenciável Eduardo Campos, correspondia 07 pessoas e cuja eleição ocorreria dois meses após o drástico acidente. Campos era também o líder nacional do PSB, o mesmo havia sido governador do estado de Pernambuco por dois mandatos e se encontra politicamente em situação confortável.
- Observem laudos emitidos na época imputando culpabilidades operacionais dos experientes pilotos: A caixa preta do avião foi encontrada no mesmo dia do acidente e logo encaminhada para o Laboratório de Leitura e Análise de Dados de Gravadores de Voo, um dos departamentos do CENIPA, com sede em Brasília. Porém, os técnicos do laboratório concluíram que às duas horas de áudio do gravador de voz, capacidade máxima de gravação do equipamento, não eram do voo acidentado. Não ficando claro aos investigadores as razões pelas quais a gravação era de outro momento. O funcionamento de tal item é obrigatório e sempre deve ser verificado pelo comandante, porém, essa regra não vale para voos não remunerados. 
Nesse modelo de Cesna, as caixas pretas gravam apenas a voz, e não os dados em geral do voo. Certo é que o desastre ocorrido em Santos no dia 13 de agosto de 2014, matou além do presidenciável mais seis pessoas que ocupava o jato usado pela organização da campanha. Entre as causas que serão anunciadas está a possível desorientação dos aviadores, os quais 'não tinham treinamento formal exigido pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)' para operar esse modelo de aeronave. A verdade ainda está por vir através das ações do supremo maior- regente da orquestra mundial Deus.
Ainda constando dúvidas, aí pergunta-se os porquês de no momento voltarmos enfatizar o fato do tão contraditório, além de polêmico assunto e por que a sua vice Marina Silva, sua companheira de chapa, a qual deveria seguir no mesmo voo para São Paulo e onde ambos teriam compromissos na capital do estado, não embarcara? Por que a retiraram daquele voo, voo da morte? Por que fora a mesma e por que a mesma fora compor no segundo turno e cujo candidato Aécio Neves, segundo dados de pesquisas da época, o indicava sem maiores chances de se eleger e cujos indicadores o apontavam minimamente ficar com um terceiro lugar? Como também não se entende, já que Eduardo Campos participaria conjuntamente de eventos programados para acontecer na capital do estado, por que a ex-senadora fora induzida a não embarcar naquele voo, a colocando num voo comercial?
Bom sem maiores delongas, após a ocorrência do acidente, a ex-senadora e ex ‘raivosa petista’, no sair-se candidata como titular e não conseguindo lograr êxito, voltara-se no apoiar e no dar uma guinada para a direitona, no apoiar no segundo turno um ultradireita Aécio Neves? E desta forma, derivado do seu comportamento azucrinando a vida dos petistas e de todos os cidadãos que dera a vitória final a presidenta Dilma. 
Aí fica a pergunta; ‘Porque a dona Marina não viajou com o presidenciável, seu companheiro de campanha já que ambos se destinava a mesma rota?
Como e porque dona Marina Silva aderiu no segundo turno a campanha do senhor Aécio? Já que a mesma se dizia por sua militância afinada ‘com ideais esquerdistas? Bom - fica no ar as perguntas e quanto as respostas, se encontra nas catacumbas do além conjuntamente com os seus companheiros presentes no voo da morte. Por> MM Souza. 
 



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