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| Arte meramente ilustrativa |

Chega ser impressionante as atitudes de cidadãos que vivenciam os seus respectivos dia a dia nesse conturbado planeta, os quais e como se cegos fossem não atentam para os morticínios provocados nos palcos das guerras que graça por cantos e recantos do planeta. As mídias repassam todos os dias o quão e doloroso para aqueles que vivenciam as suas vidas nesse ‘teatro’ aonde os principais atores são os praticantes do sadismo universal, ao passo que o seu povo não passam de meros figurantes sem o menor reconhecimento, apenas pagam os seus respectivos preços por serem conduzidos por insensíveis facínoras.
Assim
sendo, comandados ou em parcerias com aqueles que lhes dão sustentabilidade nos
seus procedimentos, exterminam pessoas inocentes, as quais nada tem a ver com seus
atos tresloucados, apostam esses na renovação dos respectivos estoques nos seus respectivos arsenais bélicos, os quais devem ser sistematicamente renovados. Os quais não passam de vendedores de
armas, mercadores da morte. E o que é pior, o mundo sabe e muito bem, quais são os
que no fortalecer as suas economias e a ao seu bel-prazer e aonde não
existe, fomentam.
Assim
ocorrendo muitos continentes, estão se envolvem em descabidos conflitos muitas das
vezes sendo colocados frete a frente irmãos contra os irmãos, os quais teimam em não falarem as
mesmas línguas, como por exemplo, os casos da Síria e do Iraque dentre outras
fomentadores das guerras. E isso sem nomearmos as que acontecem no continente
africano, cujas nações quando não matam através dos cartuchos, morre-se de fome.
Assim
sendo e por trás desse embate político decorrente no nosso país, as coisas caminham para também uma situação conflitante, pelo fato de irmãos até então vivenciando na paz, 'país dos carnavais', já não se entenderem no não falarem a mesma linguagem e faltando tão somente e apenas, mais um pouco de tempero nos
seus desentendimentos e estoque de armas avalizadas por seus conhecidos fornecedores, para saírem as turras. Cujos fomentadores investem o que for necessário para desestabilizar e tudo se materializando a partir da fragilização
de suas respectivas instituições e consequentemente a sua já fragilizada economia. A partir daí e quando não mais socialmente se entenderem e não falarem a língua do entendimento, os passos seguintes dedo no gatilho.

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