terça-feira, 5 de abril de 2016

Fomentadores das Guerras

Arte meramente ilustrativa

Chega ser impressionante as atitudes de cidadãos que vivenciam os seus respectivos dia a dia nesse conturbado planeta, os quais e como se cegos fossem não atentam para os morticínios provocados nos palcos das guerras que graça por cantos e recantos do planeta. As mídias repassam todos os dias o quão e doloroso para aqueles que vivenciam as suas vidas nesse ‘teatro’ aonde os principais atores são os praticantes do sadismo universal, ao passo que o seu povo não passam de meros figurantes sem o menor reconhecimento, apenas pagam os seus respectivos preços por serem conduzidos por insensíveis facínoras.
Assim sendo, comandados ou em parcerias com aqueles que lhes dão sustentabilidade nos seus procedimentos, exterminam pessoas inocentes, as quais nada tem a ver com seus atos tresloucados, apostam esses na renovação dos respectivos estoques nos seus respectivos arsenais bélicos, os quais devem ser sistematicamente renovados. Os quais não passam de vendedores de armas, mercadores da morte. E o que é pior, o mundo sabe e muito bem, quais são os que no fortalecer as suas economias e a ao seu bel-prazer e aonde não existe, fomentam.
Assim ocorrendo muitos continentes, estão se envolvem em descabidos conflitos muitas das vezes sendo colocados frete a frente irmãos contra os irmãos, os quais teimam em não falarem as mesmas línguas, como por exemplo, os casos da Síria e do Iraque dentre outras fomentadores das guerras. E isso sem nomearmos as que acontecem no continente africano, cujas nações quando não matam através dos cartuchos, morre-se de fome.
Assim sendo e por trás desse embate político decorrente no nosso país, as coisas caminham para também uma situação conflitante, pelo fato de irmãos até então vivenciando na paz, 'país dos carnavais', já não se entenderem no não falarem a mesma linguagem e faltando tão somente e apenas, mais um pouco de tempero nos seus desentendimentos e estoque de armas avalizadas por seus conhecidos fornecedores, para saírem as turras. Cujos fomentadores investem o que for necessário para desestabilizar e tudo se materializando a partir da fragilização de suas respectivas instituições e consequentemente a sua já fragilizada economia. A partir daí e quando não mais socialmente se entenderem e não falarem a língua do entendimento, os passos seguintes dedo no gatilho.
Infelizmente é isso que se observa no momento nesse até então, sossegado solo pátria, considerado além de respeitado por  muitos e por outros, nem tanto. Por> MM Souza.              

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