segunda-feira, 22 de maio de 2017

Um morto no Planalto

Como derrubar um individuo que já se encontra morto? 
Veiculado nesse inicio de semana na mídia ‘não comprometida’ conteúdo relacionado ao golpe promovido por vossa senhoria interino presidente, digo interino por o mesmo haver sentado no trono, por inveja ou incapacidade de convencer o povo votante, que era o cara.
Só que preferiu o mesmo, armar uma maracutaia   seguido de uma arapuca dos infernos para derrubar a escolhida e até que prove o contrário, para dirigir os destinos do país eleita com mais de cinquenta milhões de eleitores, incluindo os midiotas que se arrependeram, manipulados pela mídia Global. E ainda digo mais; se fosse num país aonde existe alguns homens com aquilo roxo, o mesmo já teria sido trucidado, no desafiar 200 milhões de cidadãos que não o deseja sentado no trone da nação, exceto no trono dos seus Ali Babas.

Observe conteúdo veiculado por respeitável página ‘não comprometida’ com os conspiradores:
- Rejeitado por 92% dos brasileiros, Michel Temer virou um trambolho para o País; depois de conspirar contra a presidente legítima Dilma Rousseff, usurpar o poder e ser flagrado cometendo vários crimes, pelos quais será denunciado pela Procuradoria-Geral da República, ele diz que não renuncia; em entrevista, Temer diz que não vai sair do poder; "Se quiserem, me derrubem", desafia; o peemedebista disse ainda que recebeu Joesley Batista sem saber que o empresário era investigado; Temer insinuou também que o PSDB é seu refém e não conseguirá se libertar dele, reiterando que o apoio dos tucanos segue até 2018; sobre Rodrigo Rocha Loures, flagrado recebendo uma mala de R$ 500 mil em nome dele, Temer avaliou que ele é de "boa índole". Fonte: Brasil247.

Aí e num momento desse é que se observa a fragilidade da constituição federal e mais parecendo que fora desenvolvida pelos coxinhas da época. Uma constituição juridicamente que por tudo caber recursos apelativos, desta forma retardando a destituição de um elemento  desse e sua quadrilha de mensaleiros. Um cara que já era e se vivenciássemos num país descente, já deveria se encontrar não tão somente na cadeia e quiçá visitando a turma do além, preferencialmente nas catacumbas administradas por satanás.

E tem mais, o meu desafio, desafio de simplórias palavras, e 'quase por conhecimento de causa', por haver passado parte da minha vida sob a tutela regida por atos institucionais promulgados por uma junta militar e cujos mandões da época, também se achavam, no direito de fazer e acontecer sem que alguém não ousasse desafiá-los no não cumprimento daquilo que faziam no promulgarem as suas leis, no que e após alimentar sonhos de vivenciar numa democracia plena, vai esse elemento e seus Ali babas, vão e tungam o meu voto.
Que ele não se demore. Por hoje em se tratando do assunto, vou ficando por aqui do topo da minha torre, a observar os acontecimentos originários do lamaçal em que se transformou as raias palacianas. Por >MM Souza.

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