sexta-feira, 12 de maio de 2017

Duzentos milhões de reféns

Infelizmente é como pode ser definida a situação dos cidadãos brasileiros na atual conjuntura política do país.
No utilizar as suas camufladas ferramentas, os Ali Babás da república, juntamente com as sua centenas de usurpadoras traíras, dilaceradoras dos votos dos seus cidadãos, sob a égide de um ilegítimo e cujo mandato, lhe fora confiado unicamente por um regimento de uma câmara que obrigara a saída do cenário político nacional uma legitimada, além de respaldada presidenta  e que exercia as suas delegadas funções, no exercitar das suas obrigações na condição de eleita como presidenta da república.
No que se entende que; os atos da câmara que a cassara jamais deveriam ser considerados pelo fato dos promotores atuarem parcimoniosamente com a ilegalidade projetada e executada pelo seu ex e condenado presidente, Eduardo Cunha. Se tratando de um dos comandantes em chefe e liderança maior de uma organização criminosa.

Assim sendo e se a justiça verdadeiramente agisse e sem parcialidade, jamais deveria a eleita presidenta ser alijada, além de excomungada do seu conquistado posto. No que e sem apoio logístico, pelo fato da mesma não ter tido a necessária habilidade no lidar com esse tipo de gente. Toda a nação sabe que ela fora fraca no aceitar o cerco dos facínoras que se encontravam diuturnamente ao seu lado, cujos personagens fora lhes fornecidos as chaves e cadeados confiantemente mesmo sabedora que se encontrava no olho do furacão, ou no mínimo em um ninho de venenosas cobras e  sem nenhum antidoto.
Fora a mesma afastada, por um bando, que queria tomar o poder e comandar como se um pirata fosse ao tomar de assalto o seu veleiro. Que seguia sem leme e enfrentando um revolto mar e a deriva; ainda por cima, sem comandante nas suas instalações e cuja carga segue composta por 200 milhões de brasileiros.
Sem o aceite da maioria quase absoluta dos cidadãos, o atualmente intitulado comandante, conduz os destinos da nação no formato do seu jeito e dos seus parceiros, e bem no seus estilo, estilo do sai debaixo senão lhe atropelo. Ao passo que para os que deveriam de fato promover uma revolta, revolta da intolerância, pouco ou quase nada fazem, exceto e se tiveres coragem, tomaria atitudes radicais convulsivas, a qual e por sua vez, no juntar dos cacos, nada disso serve como alternativa para ninguém e muito menos para a nação.

Já se passaram 365 dias e o cidadão continua encastelado no poder central e dando as ordens aos seus diretos comandados, e os indiretos, aos que deveriam expulsá-lo de sua trincheira, no que e muito pelo contrário, o mantém no poder. E assim segue como sempre o fora nos quartéis dos senhores Abrantes. Por > MM Souza.        

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