Com
a invasão dos agentes penitenciários no congresso nacional, decorrer da semana
que se encerra, no protestarem exigindo paridade salarial aos outros setores
incluindo os agentes federais e da civil, cuja manifestação em período anterior
conseguiram ao promover manifestações similares, lograrem êxito perante
a câmara, ao contrário do ocorrido com os agentes penitenciários, os quais foram recebidos com bombas de efeito moral e pimenta nos olhos, além de muito empurra-empurra promovido pela
polícia interna, os quais nem deveriam ostentar o nome de polícia e sim de
agentes patrimoniais e portanto, vedada qualquer ação repressiva e cuja ação
compete única e exclusivamente a policia militar.
Não
sendo atendidos nas suas reivindicações e expulsos da plenária, criou os
deputados, outro problema com efeito cascata, pelo fato das reivindicações serem
procedentes. Esqueceram os deputados, se tratar de atividade de alto risco. Não imaginaram os edis que; que a atividade requer muita habilidade no lidar com pessoas mantidas como leões
nas jaulas, os quais e se soltos provocam grandes estragos no voltarem ao seio da sociedade, cujos agentes ouvidos nos seus reclames como deveriam ser. Não atentaram os do congresso que tais agentes podem baixando a
guarda e relaxarem nas suas atribuições, no promoverem uma espécie de greve branca. Assim sendo com grandes chances da
situação do já barril de pólvora existentes nos presídios nacionais piorarem.
Erraram
os deputados em não procurar ouvi-los nos seus reclames envolvendo
principalmente paridade e principalmente quanto ao tempo de aposentadoria, e por não enxergarem se tratar de uma atividade de alto risco, portanto acumuladores de doenças pré existenciais assim como vida útil.No frigir dos ovos e no não atentarem para uma situação tão complexa além de sensível, colocaram mais lenha na fogueira no caldeirão que já se encontra no fogo e cujo conteúdo se chama Brasil. Por > MM Souza.
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