domingo, 7 de maio de 2017

Ocupação Militar na Amazônia

 Sempre fez parte da postura estratégica, militar e diplomática, de nosso país opor-se ao estabelecimento de forças militares estranhas ao nosso subcontinente, solo latino-americano. Na Amazônia, sobretudo, porque a característica remota da região faria com que isso significasse, na prática, a criação de enclaves territoriais, principalmente porque o perímetro de segurança, frente aos armamentos atuais, teria de se estender por quilômetros e quilômetros em seu entorno, pela dificuldade de deslocamento de tropas do país hospedeiro. Isso, claro, levaria a missões de patrulhamento e mesmo a intervenção bélica sobre áreas muitíssimo além dos muros e cercas de uma sede militar.
Por isso, é escandalosa e ofensiva a informação, publicada hoje pela BBC – e desde Washington – de que o Brasil convidou tropas nos Estados Unidos para “treinamento conjunto” na Amazônia, certamente também em território brasileiro, além do peruano e do Colombiano, onde os EUA já têm bases militares.
Não é a presença de consultores, instrutores ou de observadores que, embora inconveniente, poderia ser parte de um aprimoramento profissional de militares brasileiros. São tropas, mesmo, que vão se habituar ao que temos de fator vantajoso, a experiência de combate na selva amazônica, algo inimaginável para quem tem de fazer defesa com escassez de meios materiais, valendo-se basicamente da expertise humana.
Os Estados Unidos não são um país amazônico, o que poderia justificar exercícios conjuntos na região.
Tal atitude somente confirma a nossa tese no relacionado a intervenção política ‘econômica’ e militar do tio Sam aqui no continente e no momento de certa forma utilizando o Brasil como cabeça de ponte para eventuais intervenções militares em países do continente que não rezarem na sua cartilha intervencionista. E a bola da vez no momento chama-se Venezuela. Como e também o que mais chama a nossa atenção, é que e como os grandes veículos de comunicação fazem parte midiaticamente do levantamento dessa bandeira, estão automaticamente de acordo, os quais pouco ou quase nada falam. Enquanto isso 'mal informada', a sociedade civil se cala e assim provocando num futuro próximo e num efeito cascata, a perda da nossa soberania, faltando tão somente para isso, os organizadores disso tudo, interna e externamente, forçar a mudança idiomática no  obrigarem os cidadãos brasileiros, assumirem idiomaticamente e como primeira língua, o idioma inglês.
Não é a toa, que aqui viemos e de há muito, “constando dos nossos arquivos”, vasto conteúdo relacionado ao fato, notadamente no relacionado a venda do país pelos apátridas, ao tio Sam,no transformarem o pais, numa cabeça de ponte e isso na prática já estamos vivenciando. Por > MM Souza.

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