“Pelo
observado nos conteúdos jornalísticos veiculado através da imprensa não
comprometida” porta-voz dos não conspiradores, a situação do ex presidente Lula
se complica”. O cerco se encontra em pleno andamento e se fechando na
denominada república de Curitiba. No que e após muita lambança promovida por
quem deveria se dar ao respeito perante os cidadãos brasileiros, por
representarem as leis contidas na sua constituição federativa, portanto, o ‘freio
de mão de uma nação’. Observa-se que a cada dia que passa e pelas ocorrências,
tudo faz crer que o Ministério Público Federativo (MPF), não está assim tão
ausente da conspiração que até a presente data, tudo fazia crer que; se tratava
unicamente de uma conspiração política, ao passo que e pelo andar da carruagem,
apátridas a serviço de interesses estrangeiros modelaram planejaram e executaram
o ardiloso projeto Arrasa Brasil.
Certo é que; a nação começa a despertar para a realidade dos fatos diante das intervenções concernentes a dilapidação do país, se encontra em andamento e cujo projeto se analisado do ponto de vista politico, cercado por uma tropa de elite recrutada perante apátridas, esses esqueceram até dos símbolos nacionais, quanto mais do seu povo e notadamente os que mais deveriam receber proteção das instituições federativas.
Pelo andar da carruagem e dependendo das ações do então impregnado Ministério Público, o país poderá se degenerar para o descalabro de uma convulsão social sem precedente na sua história, promovido por um exército composto, o qual poderia até mesmo ser denominado como ‘exercito dos sem nada’. E aí se pergunta; porque tão somente um grupo composto por sem terrás, sem casas e descamisados participam diretamente das manifestações de rua até aqui promovida em detrimento dos direitos democráticos do país? Unicamente os que se manifestam defendendo o estado de direito sociais? Não contam nas suas manifestações com as presenças dos mais de 14
Assim
sendo e pelo frigir dos ovos, desejam os irresponsáveis promotores do projeto “Acaba
Brasil”, meter-se numa confusão modelado pelos diabos, quiçá desejando, no
atendimento aos vendedores de armas no transformarem o país numa Síria, Iraque
e quiçá até mesmo, numa Venezuela. Por > MM Souza.


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