Que tal em em vez de jornalismo de
guerra, jornalismo cultural?
Bom-
A escolha é sua; prefere ver uma Globo mais cultural ou como está sendo no praticar
um jornalismo de guerra e unicamente no defender os seus interesses comerciais corpóreos.
Ou pratique 'como deveria ser' levar e elevar o nome do
Brasil, um Brasil varonil, um Brasil diferente do que a mesma enxerga no praticar um jornalismo de
guerra, um jornalismo que atenta contra o seu povo, povo que vem prestigiando os
seus feitos positivos, em vez de dar ouvido a umas meias dúzias que somente pensa e age a favor
de um país do fracasso? A qual e no dar-lhes ouvido, num efeito cascata somente faz é atirar no seu próprio pé. A qual se voltando para o
jornalismo real, o jornalismo da paz e do amor, desta forma valorizando culturalmente os seus cidadãos não tão somente aqui como mundo a fora. Já imaginaram se direitamente procedesse com a potência que a mesma representa no contexto mundial, se somente divulgasse coisas boas? Que o seu jornalismo fosse somente usado para alertar e internamente, os governantes que pisassem na bola? Que tivéssemos uma Globo que se voltasse para a riquíssima cultura do país no produzir somente coisas como no passado, tipo Vila Sesámo, Sitio do Pica Pau Amarelo ou incentivando coisas do tipo e numa visão modernizadas coisas como Mobral e Artigo 99?
Indo mais adiante, no ocupar mais intensivamente na sua grade de programação, programas dirigidos a saúdes, aliado a educação? No melhor explorar as potencialidades turísticas e econômicas do país? E assim incentivando a sua economia, como faz com o agro, no incentivar no seu bojo a a agricultura familiar, no divulgar com a sua programação, os projetos dos governantes e não como vem fazendo politicamente bombardeando e apostando nos discursos dos políticos ajustados com as suas praticas comerciais e cujas peças somente acredita nas praticas do quanto pior melhor; digo, melhor para os seus bolsos, bolsos dos seus apaniguados reconhecidos como inescrupulosos parceiros, se encontrando afinada com a vagabundagem política instituída no país.
Que
a Globo e seus comparsas, acorde no entender que; não é esse o país que a mesma se encontra ajudando destruir, um país que a sua população envolvendo grandes e pequenos, não deseja para ninguém. Um país do faz de conta, um país do quanto pior melhor, “para alguns poucos”. Que a Globo e os seus midiáticos colaboradores, despertem no entendimento que e se assim continuar, no pregar linguagens diferenciadas do nosso idioma,
ninguém lucra, tanto o país, o seu povo e a própria. Que acorde para as vidas futuras, na vivenciá-la na paz e não um país esculhambado como atualmente se encontra, fadado ao fracasso ou desordenamento social. Por> MM Souza.
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