segunda-feira, 29 de maio de 2017

O Brasil e as forças armadas

Nos últimos anos todas as vezes que órgãos de pesquisas tocavam no assunto instituições merecedoras do respeito e confiabilidade dos cidadãos, as forças armadas se destacava, apesar dos desgastes políticos-administrativos sofridos por ocasião da quartelada, tida como revolução e que durara quase três décadas.

Mesmo carregando esse negativo nos últimos tempos, quando perguntados, os cidadãos se revelavam ajustados com a postura e o nacionalismo das forças armadas. No que e diante do quadro político-administrativo atual, um país sendo conduzido ‘nas brechas’ de uma constituição promulgada, além de aprovada por meliantes do passado, a qual fora feita e promulgada sem procederem qualquer consulta ou opinião conjuntamente com aos seus cidadãos. 

Não se sabe ainda se; por traumas do passado ou razões obvias, mesmo vendo a constituição federal sendo usada muitas das vezes como papel higiênico, no limpar bundas de bandidos, os quais se encontram encastelados na região palaciana e cujos reizinhos mandam e desmandam ‘judicialmente’, via uma piseuda constitucionalidade, cuja constituição permite fantoches e facínoras se locupletam ao sabor do vento e das coisas mau cheirosas repassadas e inaladas por mais de duzentos milhões de brasileiros.

Assim sendo, as forças armadas aquarteladas, não se pronunciaram ainda em respeito aos que confiam na sua lealdade a pátria, no fazer vistas grossas ao lamaçal em que se encontra a política nacional. Cuja administração se encontra de posse e sob rédeas de contumazes quadrilheiros e cujas forças armadas até o presente momento, fazem vistas grossas no se permitir contrariando os seus princípios colocá-la em cima dos trilhos, ainda mais por saberem que país virou uma grande casa da mãe Joana. Não que desejamos que a mesma retome politica e administrativa as rédeas da nação e sim por ordem na casa, levando todos os safados depredadores além de apátridas que mancham os nomes dos brasileiros aqui e  la fora.
Já que a constituição federal pouco serve diante da manipulação de togados, deveriam em nome de um pavilhão e cuja gloriosa bandeira, os mesmos juraram amar a pátria.
            
Prova do que estamos a comentar, se refere ao que ocorreu na semana passada, decorrer dos atos correspondendo a protestos envolvendo a sociedade civil, os quais parecem enxergarem bem mais a frente do que ‘caserneiros militares’.


Ao finalizar a nossa missão e a nossa conversa relacionada, pergunta-se: Porque e quando o interino golpista, no arrogo da ‘constitucionalidade’ convocou as forças armadas para intervir, mormente o exercito, para abafar atos de vandalismo praticados por contumazes baderneiros, no se portarem paus mandados, pedras e rojões, os quais e as suas procedência até então não foram investigadas e inibidas diante das suas infiltrações em procedimentos democráticos. 

Ficam assim os mesmos devendo uma resposta a sociedade, uma sociedade que até então apostava nos seus ideias enquanto pátrios cidadãos. Enquanto isso os arrecadadores de propinas e tomadores de conta do erário público fazem o que querem, mesmo não sendo respaldados por mais de 90% dos pátrios cidadãos.
Por hoje em se tratando do assunto basta. Voltaremos oportunamente e quando se fizer necessário. Por >MM Souza.

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