sexta-feira, 12 de maio de 2017

Em risco a soberania nacional

A soberania nacional sendo quebrada e com que proposito?
Por incrível que pareça se não me falha a memória, decorrer do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), ou pouco antes da declaração do Brasil confirmando a sua soberania marítima no limite de 200 milhas. Firmara o mesmo acordo com o governo Norte Americano para treinamento conjunto de suas forças navais dentro do alegado limite envolvendo as duas forças navais, brasileira e Norte Americana denominada Operação Unitas.

Pois bem - passaram-se os tempos e no decorrer período de governabilidade soberana do governo Lula. Agora sob a tutela do interino Temer, parceiro da conspiração formada envolvendo PMDB e PSDB, abrem-se as portas da Amazônia para treinamento de tropas americanas pelo atual governo a quem aqui os denominamos de verdadeiros apátridas. E para melhor esclarecimento a respeito do assunto, observe conteúdo a seguir:

- Sempre fez parte da postura estratégica, militar e diplomática, de nosso país opor-se ao estabelecimento de forças militares estranhas ao nosso subcontinente em solo latino-americano. Na Amazônia, sobretudo, porque a característica remota da região faria com que isso significasse, na prática, a criação de enclaves territoriais, principalmente porque o perímetro de segurança, frente aos armamentos atuais, teria de se estender por quilômetros e quilômetros em seu entorno, pela dificuldade de deslocamento de tropas do país hospedeiro. Isso, claro, levaria a missões de patrulhamento e mesmo a intervenção bélica sobre áreas muitíssimo além dos muros e cercas de uma sede militar.
Por isso, é escandalosa e ofensiva a informação, publicada hoje pela BBC – e desde Washington – de que o Brasil convidou tropas nos Estados Unidos para “treinamento conjunto” na Amazônia, certamente também em território brasileiro, além do peruano e do Colombiano, onde os EUA já têm bases militares.
Não é a presença de consultores, instrutores ou de observadores que, embora inconveniente, poderia ser parte de um aprimoramento profissional de militares brasileiros. São tropas, mesmo, que vão se habituar ao que temos de fator vantajoso, a experiência de combate na selva amazônica, algo inimaginável para quem tem de fazer defesa com escassez de meios materiais, valendo-se basicamente da expertisehumana.
O Estados Unidos não são um país amazônico, o que poderia justificar exercícios conjuntos na região.
Imaginem o que seria se a Venezuela ou o Equador, seguindo a mesma lógica, convidasse tropas chinesas ou russas para “treinamento conjunto” na sela amazônica de  seus territórios?
Ao que parece, somos nós que passamos a considerar aceitável – e até desejável, porque o convite partiu de comandos brasileiros – a presença de estranhos naquela região.
Mas em que sentido? Voltando as costas para os vizinhos e buscando relações carnais com os Estados Unidos, ao ponto de o governo convidar o exército americano para um exercício conjunto na Amazônia, coisa que nenhum pais faria, em se tratando de riqueza nacional tão cobiçada". Por > MM Souza


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