terça-feira, 16 de maio de 2017

Filial multinacional da camorra brasileira

Brasil do Temer
Um Brasil de ‘chiclete com bananas’, infelizmente esse é o Brasil dos apaixonados pela América do Norte, aliás; sempre fora e quando tentou sair do rabo da saia da toda poderosa e mandona no continente, usando o Brasil como cabeça de ponte, Brasil que tentava se libertar de suas amarras, ‘seus tentáculos’ e entrar para o clube dos já considerados grandes, denominados BRINCs envolvendo, África do Sul, China, Índia e Rússia, Além do Brasil, todos potencialmente compradores de nossa marcas, nossos produtos.

Ao passo que os americanos de lá, digo; os que vivenciam os seus solos pátrios, ao passo que os de cá considerados aos olhos do mundo, como apátridas por morrerem de vontade ter nascidos em solo Americano, e cujos predicados é, o de sistematicamente trair o seu berçário com as suas trairagens, no traírem a nação onde nasceram, os quais e por conta das  circunstâncias, deveriam ser não tão somente pátrios, como e também dignos homens. E muito pelo contrário, são vistos pelos olhos do mundo como um exemplo de gente construída em laboratório e cuja caixa encefálica, puseram no lugar dos miolos, compostos correspondentes a extrato de pó de M...  
Assim os vejo, pelo fato de se encontrar claro a ingerência e não me pergunte de que forma, bastando tão somente se voltar para a nossa história, história de um passado recente e contemporâneo, para concluir se tratar de uma verdade. No que não sabemos diretamente de que forma, mais que mandam e manda muito, disso não se tem menor dúvida pelo fato de se tratar assumidamente de uma república bananeira, subserviente e estrategicamente de um bebezão embalado via colo do tio do Tio Sam.
Tudo se encontrando claro e evidente e somente não enxergando quem não quer. Prova é que; a maioria dos traidores da pátria, formadores de cartéis e complôs, não sai de lá no prestarem indireta e diretamente, aos seus senhores, as suas contas. Observem que e desde que se consolidou o golpe parlamentar e jurídico no país, eles não saem de lá. Vão até em comitiva sob o pretexto de promoverem palestras. Aí se pergunta, palestrante de que? Se o país nada mais tem a oferecer exceto servir a sua língua propriamente dita e a sua respectiva saliva usada como se graxa fosse, no engraxar as suas botas.
E o que nos deixa mais triste além de perplexo, é saber e enxergar como as pessoas estão subserviente mente encantados com as ações dos  encantadores de serpente, bastando tão somente dar uma olhada para trás no enxergar os promotores da velha oligarquia se aposentando com pensões nas alturas e ostentando uma vida nababesca e por conta dos dinheirinhos desviados e colocados, quiçá e até em tão, ‘sabiamente’ depositados na Suíça e paraísos fiscais existentes a sua volta. Por sua vez também considerados republiquetas de bananinhas. Até aqui, os sigilos bancários desses apátridas que depositaram em corporações bancárias americana, não foram ainda quebrados ou seja; não chegou ainda ao conhecimento público.

Por conta disso tudo é que digo; ‘acho que eu não tinha que ter nascido aqui e sim em outro país e dentre os verdadeiramente considerados humanistas. Poderia ser, um desses qualquer e que não fosse aqui e muito menos na América do Norte. Por > MM Souza.    

     

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