O
ex-diretor de relações públicas do arcebispo de Westminster, jornalista Austen
Ivereigh Murphy-O'Connor, prevê a renúncia do papa Francisco no decorrer do
próximo ano “no cumprir a sua promessa". Caso a renúncia se dê em 2020, a
saída do papa Francisco poderia ser o "cumprimento de uma profecia"
feita 880 anos atrás pelo arcebispo São Malaquias Sputnik - Jornalista
Austen Ivereigh, ex-diretor de relações públicas do arcebispo de Westminster, o
cardial Murphy-O'Connor, prevê a renúncia em "cumprimento de sua
promessa".
"Ele
[papa Francisco] desde o inicio de sua missão deixou claro que considerava a ação do papa
Bento XVI como um ato profético de grande modéstia e que ele não teria problema
nenhum em fazer o mesmo no renunciar o pontificado" declarou Austen Ivereigh no ano 2013.
Assim
sendo prevê Ivereigh acreditar que a renúncia do papa se dará no ano que vem e
disse ainda: "Eu não acho que tenha havido qualquer dúvida de que ele vai
renunciar em 2020", declarou o ex-funcionário da Igreja.
Numa
viagem da Irlanda a Roma em 1139 para prestar contas de seus serviços, Malaquias
disse ter tido uma visão que incluía os nomes dos futuros 112 líderes da Igreja
Católica.
Em
referência ao 112º papa, São Malaquias teria feito alusão ao fim do mundo por
perseguição da Santa Igreja Romana e assim reinará Pedro, o Romano, que irá
alimentar seu rebanho em meio de muitas tribulações, depois da destruição das sete
colinas o mundo será destruído e o terrível Juiz julgará as pessoas. O
Fim", teria dito o religioso em sua profecia.
Ressaltando
ainda que o pai do papa Francisco se chamava Pedro e era italiano.
Ainda
de acordo com Austen Ivereigh, ex-diretor de relações públicas do arcebispo de
Westminster, cardial Murphy-O'Connor, o papa não se preocupa com a duração de
seu papado.
Ressaltando
ainda o ex-funcionário da Igreja baseando-se na avançada idade de Francisco. Acreditando
ainda que o religioso renunciará no ano de 2020 aos 79 anos.
Por
outro lado, a dita profecia de São Malaquias tem sido alvo de polêmica. A
previsão do religioso veio à tona somente em “1595 por obra do monge beneditino
Arnold de Wyon”.
Tornando-se
polêmico o anúncio em conformidade com a mídia, que a dita profecia mostrou
exatidão em relação aos papas até 1590. Contudo, em relação aos papas
posteriores, existe falta de precisão, que indica que pode ter sido uma falácia,
no relacionado a Francisco.





























