sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Perfis familiares e o Poder Político

Família Bolsonaro - Foto Google
Nem mesmo os conhecidos gestos e a exibição de armas pesadas ocorridas no decorrer de sua campanha palanqueira do atualmente Presidente da Republica Brasileira Jair Bolsonaro, fora suficiente para fazer os teleguiados que se dizem evangélicos amoitados nas suas segmentadas corporações no ajudarem elegê-lo e ainda conjuntamente os seus “capangas” eleitos, agarrados que fora a uma inexpressiva sigla partidária como ocorrera por ocasião da eleição de “Fernandinho” Collor de Melo.
Assumidamente os evangélicos em geral, além de elegê-lo como se o mesmo fosse o novo “Messias”, elegeram por tabela, uma forte bancada do seu partidinho (PSL) e desta forma fortalecendo também a bancada evangélica, reconhecida nos bastidores da política como bancada da bala.
Viajaram esses, no retrocederem na máquina do tempo, aos idos tempos do intempestivo Nero. E assim elegeram; modelado nos tempos atuais, um faxista a moda Mussolinista. Contribuindo assim com os seus “sagrados” votos, mesmo contrariando os desejos da massa maior da população brasileira, votantes e não votante fora o mesmo, apoiado e votado pelos pobres cegos espirituais. Os quais e mesmo sabedores das suas metralhas linguísticas embasadas em mentiradas conhecidas como Fakie News.
Por sua vez e mesmo sabedores das suas estreitas relações e de seus familiares com a delinquência carioca, cujos pseudos evangélicos no cegamente apoiarem os seus desequilíbrios mentais, os seus destemperos nos seus dia a dia, mesmo assim segue cercado por uma legião de “evangélicos” e caserneiros, os quais lhe dão proteção no usarem a farda da legalidade no enfrentamento de desejos e vontades da camada maior no desafiar a tudo e a todos, inclusive notórias personalidades reconhecidas universalmente e cujos resultados finais, conseguindo o mesmo seguir adiante
no cargo pelas estradas da vida, obviamente enquanto na mesma estiver, em conformidade com o que preceitua a constituição, no final de tudo somente restará no interior desse que deveria ser um modelo universal de país, tão somente os cacos para serem ajuntados pelas futuras gerações. 

Publicado nesta página em DEZEMBRO DE 2018
Dinastia Duvalier:
Dinastia Duvalier foi uma ditadura autoritária e familiar imposta por muitos anos ao combalido povo haitiano que durou por quase três décadas, indo de 1957 até 1986, cujos mandatos foram usurpados do povo daquele “pobre” país, tomado na marra e cujas atrocidades no se sustentarem no poder durante quase duas gerações familiares.
No entanto ao chegar o final do mandato, Magloire se recusa sair e desta forma eclodindo por conta disso uma greve geral que parou a combalida economia do país e desta forma, diante do caos estabelecido Magloire fugiu do país, deixando seu povo em estado de miséria absoluta e quando as eleições foram finalmente restabelecidas, um médico, se anunciando como  “Salvador da Pátria” François Duvalier, foi eleito em cima de uma plataforma de ativismo em nome da população pobre daquele país.
Duvalier acabou tendo que produzir e a seu bel prazer, uma constituição para consolidar o seu poder no substituir a legislatura bicameral por uma unicameral. Em 1964, Duvalier declarou-se presidente vitalício alterando a cor da bandeira e as armas nacionais trocando o vermelho e azul para vermelho e preto. Demitiu o chefe das forças armadas e estabeleceu uma Guarda pretoriana no manter-se no poder. Em seguida criou uma guarda pretoriana conhecida como, “os terríveis Totom Macutes”, transformada que fora numa guarda especial de repressão ao seu povo. O qual e como médico ruralista, no contar com amplo apoio dos setores rurais do seu país seguiu até onde foi possível.

Contou também com o apoio da elite usando a sua influência adquirida os militares para estabelecer sua própria elite. A corrupção grassava endemicamente, ao passo que o próprio roubava dinheiro de agências governamentais para recompensar os seus leais oficiais. Usava o mesmo religiosamente o Vudou. Na intimidação diante dos seus repressivos atos de governar e diante de tantos descalabros, o presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy, revogou ajuda e recuou com as missões do Corpo de Fuzileiros em 1962. Após o assassinato de Kennedy, as relações com Duvalier abrandariam, em parte devido à localização estratégica haitiana proximidades com Cuba.
Arquivo Google

No relacionado ao futuro do Brasil diante do quadro que se apesenta atualmente, comparável as praticas dos Duvalier na pequena republica Haitiana, “seria uma mera coincidência”, já que coincidentemente ou não, os caminhos de lá poderão ser reproduzidos aqui, no que não deverá ser mera coincidência. Por > MM Souza.

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