quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Deseja a "grande América" incendiar o continente?

Imagem Arquivo Google
O Tio San no perder terreno para a social democracia que se encontrava em andamento no Brasil e por consequência, extensivo ao continente e com a aproximação dos países “via Brasil”, notadamente os chineses, seu “por enquanto“ arque rival economicamente. Como se não bastasse suas intervenções guerreiras no fomentar através dos seus treinados cães de guerra, sublevações no levar discórdias entre nações nos mais diversos continentes, fomentando divisões internas dos seus povos se volta o nomeado pivô comandado pelo “Tio”, para a divisão do continente como um todo promovendo ingerências visando desestabilizar política e economicamente à todos, incluindo O “gigante” Brasil e desta forma desrespeitando a sua, que deveria ser, imperiosa independência e cuja responsabilidade perante o continente, torna-se grande devido o seu posicionamento geográfico perante outras menores nações. E cujo continente sempre fora pelo ‘Tio’, considerado como um paizinho do fundo do seu quintal e assim sendo, sempre fora considerado como “uma das suas privadas espalhadas universalmente como compartimento da suas casas grandes” chamada Brasil.

Considerando-se; por o Brasil ostentar estável economia, apesar da sua submissão aos ditames do atualmente presidente Donald Trump, cujo Brasil atualmente se volta no curvar-se ‘via Bolsonaro’, para os ditames desse senhor ‘das guerras’, que no contar parcimoniosamente com Bolsonaro na sua casamata no contar como ex-capitão na sua entrincheirada posição com a sua tropa de choque composta por milicianos, corre o país, o risco de descer ladeira abaixo sem a menor das menores proteções, o qual “incentivado”, corre o risco de sair da linhagem dos países pacíficos e se transformar a mando de Trump, no senhor das guerras regional, pelo fato do atualmente presidente, não reconhecer “nas suas atitudes”, as leis existentes nos países co-irmãos. O qual e no desrespeitar leis constituídas, eleva o tom nas suas condenações e desrespeito aos 47 milhões de eleitores que no mesmo não votou.

Donde se conclui que; do jeito que o navio navega, com certeza não muito demorará no fazer água. O qual e a deriva, sem comando corre o país, risco de transformar-se num Chile ou mesmo numa Bolívia, insuflado ou não e no descambar para uma revolta popular, a principio, poderá se degenerar numa situação sem controle e sem precedente na sua história. E nesse caso pergunta-se: Será que umas poucas balas calariam as vozes de mais de duzentos milhões de cidadãos?

Assim sendo se o congresso nacional juntamente com o senado e o judiciário não entrarem em sintonia na defesa das questões nacionais, dará margem para aguçados desejos de alguns poucos aventurarem burgueses, “em nome da bandeira nacional”, se aventurarem rumo ao caos, articulando planejadas ações intervencionista fomentadas e ratificadas por "destemperados cívicos" militares. Coisa que deixaria o ex-capitão juntamente com os tradicionais radicais muito felizes. Por > MM Souza.         

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