domingo, 20 de outubro de 2019

Estranhos no Ninho Republicano

Eleito como “Salvador da Pátria”, escolhido por um contingente de midiotas, o atualmente presidente da república do Brasil Jair Bolsonaro, através dos seus atos, tem provado total incapacidade de administrar política e economicamente o país. O homem não desce do palanque momento algum e nesse caso, um presidente de fato se reportaria aos filhos da nação como estadista através de uma assessoria competente e balizada via mecanismos postos a a sua disposição como um porta voz da nação como um todo, sem apologias ou discriminações.

O mesmo em vez de utilizar tais expedientes legais, acostumado que foi com os fakes mentirosos que ajudou a elegê-lo, simplesmente se preocupa em ficar a twitar respondendo a gregos e troianos, como se um moleque de rua fosse. Assim o mesmo tem procedido e desta forma, deixando de lado os problemas cruciantes que abatem sobre o país, tipo; desemprego em massa, as contas batendo no vermelho e o Tio Sam “seu considerado”, batendo as portas da nação com o seu famigerado FMI.

Se vasculhado os arquivos desta página relativos a um recente passado, oportunidade em que postamos inúmeras matérias, por ocasião de suas campanhas, que conjuntamente com o sistema Globo de telecomunicação, batia diuturnamente no Lula e na Dilma sem dó ou piedade, no desinforma através de suas mensagens amarronzadas “que mesmo que tivesse que destruir o país, destruiria o PT e sua corja de ladrões. E nesse caso, afinado e ajustado, entrara em cena como suporte de apoio, o então juiz federal Sérgio Moro na condição, imitação do mitológico personagem inglês, Robin Hood. O qual por sua vez em vez de utilizar o arco e a flecha do mitológico personagem, fizera uso das suas sapiências adquiridas como feitor das caldeiras de Satanás, no utilizar as suas chibata, sob denominação de Lava Jato, resolveu punir os cidadãos desse país que politicamente não afinasse ou falasse a língua do que viria arquitetadamente, o seu futuro chefe.
Observe algumas manchetes dos mais importantes veículos de comunicação do país neste final de semana:
247 – "O arrocho fiscal de Jair Bolsonaro vai da porta do gabinete dele para fora. Os gastos com os cartões corporativos da presidência são os maiores desde 2014", informa o jornalista Lauro Jardim, em sua coluna. "Entre fevereiro e setembro deste ano — a fatura de janeiro não é contabilizada por se referir a 2018 — a Secretaria de Administração do Palácio do Planalto, responsável pelas despesas para Bolsonaro, desembolsou R$ 4,6 milhões com seus cartões", pontua.  
 "O valor é 24% maior do que os R$ 3,7 milhões consumidos no mesmo período do ano passado; 55% a mais do que os R$ 2,9 milhões de 2017; 62% acima dos R$ 2,8 milhões de 2016 e 26% superior aos R$ 3,6 milhões de 2015. Protegidas pelo selo da segurança nacional, as compras para o capitão são sigilosas", escreve ainda o jornalista.

RBA
 - Um dos principais personagens que atuou no primeiro mandato do governo Lula para criar instrumentos de combate à corrupção foi o ex-governador da Bahia e ex-ministro Waldir Pires. Como ministro-chefe da Controladoria Geral da União (CGU), Waldir Pires criou o Portal da Transparência e o programa de fiscalização a partir de sorteios públicos, entre outras iniciativas, que deram ao poder público maior força institucional para atuar contra esses crimes.
“Todo esse clima criado pela Lava Jato – com essa quadrilha montada para a criminalização da política e especificamente para a perseguição ao Lula fica parecendo que o PT seria o partido da corrupção, quando isso não é verdade”, afirma Emiliano José, autor da biografia Waldir Pires, cujo segundo volume foi lançado na quarta-feira (16), em São Paulo.
“As nossas principais lideranças, como Zé Dirceu, João Vaccari Neto, Delúbio Soares não têm nada a dever, só têm o fato de serem do PT, e terem lidado com o mundo real. Mas o governo do PT foi aquele que criou os mecanismos para o combate à corrupção. E o Lula apoiou isso, apoiou o Waldir com a Controladoria, o Waldir foi um caso de sucesso no combate à corrupção”.
Sem maiores delongas, enquanto isso com o país pegando fogo “fato amazônico” e o petróleo até que se prove o contrário, “criminosamente atirado ao mar do nordeste", num dos maiores desastres ambiental provocado ou não. O homem sai no avião do povo por aí juntamente com os seus apaniguados, a queimar combustível e dinheiro de um socialmente combalido país, mundo a fora. Por MM Souza.  

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