Eleito como “Salvador da
Pátria”, escolhido por um contingente de midiotas, o atualmente presidente da
república do Brasil Jair Bolsonaro, através dos seus atos, tem provado total incapacidade de
administrar política e economicamente o país. O homem não desce do palanque
momento algum e nesse caso, um presidente de fato se reportaria aos filhos da
nação como estadista através de uma assessoria competente e balizada via mecanismos postos a a sua disposição como um porta voz da nação como um todo, sem
apologias ou discriminações.
O mesmo em vez de utilizar tais expedientes legais, acostumado que foi com os fakes mentirosos que ajudou a
elegê-lo, simplesmente se preocupa em ficar a twitar respondendo a gregos e
troianos, como se um moleque de rua fosse. Assim o mesmo tem procedido e desta forma, deixando de lado os problemas cruciantes que abatem sobre o país, tipo; desemprego
em massa, as contas batendo no vermelho e o Tio Sam “seu considerado”, batendo
as portas da nação com o seu famigerado FMI.
Se vasculhado
os arquivos desta página relativos a um recente passado, oportunidade em que postamos inúmeras matérias, por ocasião de suas campanhas, que conjuntamente com o sistema Globo de
telecomunicação, batia diuturnamente no Lula e na Dilma sem dó ou piedade,
no desinforma através de suas mensagens amarronzadas “que mesmo que tivesse que destruir o
país, destruiria o PT e sua corja de ladrões. E nesse caso, afinado e ajustado, entrara em
cena como suporte de apoio, o então juiz federal Sérgio Moro na condição, imitação do
mitológico personagem inglês, Robin Hood. O qual por sua vez em vez de utilizar o arco e a
flecha do mitológico personagem, fizera uso das suas sapiências adquiridas como
feitor das caldeiras de Satanás, no utilizar as suas chibata, sob denominação de
Lava Jato, resolveu punir os cidadãos desse país que politicamente não afinasse ou falasse a língua do que viria arquitetadamente, o seu futuro chefe.
Observe algumas manchetes dos mais importantes
veículos de comunicação do país neste final de semana:
247 – "O arrocho fiscal de Jair Bolsonaro vai da porta
do gabinete dele para fora. Os gastos com os cartões corporativos da
presidência são os maiores desde 2014", informa o jornalista Lauro Jardim,
em sua coluna. "Entre
fevereiro e setembro deste ano — a fatura de janeiro não é contabilizada por se
referir a 2018 — a Secretaria de Administração do Palácio do Planalto, responsável
pelas despesas para Bolsonaro, desembolsou R$ 4,6 milhões com seus
cartões", pontua.
"O valor é 24% maior do que
os R$ 3,7 milhões consumidos no mesmo período do ano passado; 55% a mais do que
os R$ 2,9 milhões de 2017; 62% acima dos R$ 2,8 milhões de 2016 e 26% superior
aos R$ 3,6 milhões de 2015. Protegidas pelo selo da segurança nacional, as
compras para o capitão são sigilosas", escreve ainda o jornalista.
RBA - Um dos principais personagens que atuou no primeiro mandato do governo Lula para criar instrumentos de combate à corrupção foi o ex-governador da Bahia e ex-ministro Waldir Pires. Como ministro-chefe da Controladoria Geral da União (CGU), Waldir Pires criou o Portal da Transparência e o programa de fiscalização a partir de sorteios públicos, entre outras iniciativas, que deram ao poder público maior força institucional para atuar contra esses crimes.
“Todo esse clima criado pela Lava Jato – com essa quadrilha
montada para a criminalização da política e especificamente para a perseguição
ao Lula fica parecendo que o PT seria o partido da corrupção, quando isso
não é verdade”, afirma Emiliano José, autor da biografia Waldir Pires, cujo segundo volume foi
lançado na quarta-feira (16), em São Paulo.
“As nossas principais lideranças, como Zé Dirceu, João Vaccari
Neto, Delúbio Soares não têm nada a dever, só têm o fato de serem do PT, e
terem lidado com o mundo real. Mas o governo do PT foi aquele que criou os mecanismos
para o combate à corrupção. E o Lula apoiou isso, apoiou o Waldir com a
Controladoria, o Waldir foi um caso de sucesso no combate à corrupção”.
Sem maiores delongas, enquanto isso
com o país pegando fogo “fato amazônico” e o petróleo até que se prove o
contrário, “criminosamente atirado ao mar do nordeste", num dos maiores desastres
ambiental provocado ou não. O homem sai no avião do povo por aí juntamente
com os seus apaniguados, a queimar combustível e dinheiro de um socialmente combalido país, mundo a fora. Por MM Souza.
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