terça-feira, 15 de outubro de 2019

Balanço Político da Bienal Internacional do Livro


La mim fiz presente naquela grandiosidade, “Corpo Mente” e de produção. Garantindo que não foi a primeira vez e na condição de pretenso autor, autor até o presente momento, com duas obras construídas sobre temática ambientalista.
Confesso que não me surpreendi no relacionado a sua grandiosidade em se tratando de área ocupada no grandioso espaço Central de Convenções, Rio Centro (RJ). E ainda digo mais; exceto algumas pequenas falhas na sua organização. Particularmente parabenizo aos promotores.

Sob tema voltado para os jovens, os quais por sua vez prestigiaram comparecendo em massa através de caravanas originárias de todo o país e do exterior. Digo esse último; numa proporção menor e cujos pátios dos estacionamentos de veículos menores e maiores, encontravam-se lotados e desta forma, o público focada fizera a festa, sempre sob vigilância de atentos monitores escolares. No local comparecendo estimativamente, cerca de 70% dos dirigidos alvos, ou seja; composto por jovens-adolescentes.

Mesmo com o mau juízo dos órgãos públicos constituídos, os quais teimam em associar a cultura de um país, as mesquinharias "culturas" do submundo político e no se aproveitaram do momento, tentaram melar a grandiosidade da realização e como se sabe às suas maneiras sempre.

Uma vez mais deram e como sempre, com com os burros n'água saindo vencedora, a verdadeira cultura, a cultura cidadã, diante dos que acreditam nas suas culturas. Assim sendo, venceu a potencializada, a que sempre atuará como verdadeira além da seladora de almas em vida. Obviamente, se conduzida por verdadeiros sentimentos cristãos. 

Que venham outras Bienais, tanto internacionais ou nacionais, as quais e se procedidas, com os seus verdadeiros objetivos,  propósitos e princípios, o “esclarecimento de um povo”. Por MM Souza.

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