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| Ilustração Arquivo |
Desta forma em
conformidade com os seus destemperos passados apenas alguns meses a frente das
rédeas palacianas o mesmo na condição de deputado “tipo eminência parda”, de
uma noite para um dia, se transformar num polêmico cidadão condicionando a sua campanha
na condição de presidenciável ao denotar falta de respeito as mulheres, ojeriza
a homo fóbicos aos pobres e os cambaus, sinalizando como mote de campanha, a disseminação
do ódio no demonizar os seus principais adversários políticos. O nome do polêmico
cidadão é Jair Bolsonaro. Homem preparado militarmente para a guerra ostentando
como discurso na sua afiada língua apologia as armas.
Passou o mesmo parte de
sua vida treinando somente tiro e cujos alvos terminou por ser
considerado em vez de bonecos, humanos mesmo. O qual e na condição de “alisador
de canhão”, passou parte de sua vida se preparando para uma guerra que jamais viria e como se isso não bastasse na sua patente de capitão, percebendo
soldos maiores que salário mínimo reservado unicamente aos verdadeiros trabalhadores.
Assim sendo e por não
fazer parte do histórico do país, se tratando de uma nação não beligerante, resolveu o mesmo como
mote de sua campanha política apelar como
soluções final, o uso da arma de fogo. E desta forma segmentos
evangélicos cegamente e na sua grande maioria, carimbaram os seus respectivos votos no “homem
das armas”. Mesmo sabedores se encontrarem contrariando a doutrinação divina. No
que não se entende como cidadãos que se dizem pessoas tidas como "bons Samaritanos", por tanto imbuídos de bom senso,
bom coração e no demonizar o seu principal adversário político, alastrara como discurso,
campanha nutrido ódio. E assim, terminaram o elegendo. Mesmo sabedores do seu perfil condicionalmente defensor da existência de um poder paralelo denominado milicianos.
Cercado por 'caserneiros' militares, pelo mesmo indicados para importantes vigilâncias espalhadas no seu “imaginário quartel” , atuam nas suas designadas ocupações na condição de como se uma guarda pretoriana fosse.
Desta forma o homem se consolida no poder mandando,
desmandando e ainda, através do seu twiter, sua língua, manda bala na direção dos seus potenciais adversários
não ajustados com a sua forma de governar.
Por > MM Souza.


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