domingo, 8 de dezembro de 2019

Messias ou miliciano?

Digamos que para segmentos evangélicos MESSIAS e para outros cidadãos, miliciano mesmo...
Ilustração Arquivo
Desta forma em conformidade com os seus destemperos passados apenas alguns meses a frente das rédeas palacianas o mesmo na condição de deputado “tipo eminência parda”, de uma noite para um dia, se transformar num polêmico cidadão condicionando a sua campanha na condição de presidenciável ao denotar falta de respeito as mulheres, ojeriza a homo fóbicos aos pobres e os cambaus, sinalizando como mote de campanha, a disseminação do ódio no demonizar os seus principais adversários políticos. O nome do polêmico cidadão é Jair Bolsonaro. Homem preparado militarmente para a guerra ostentando como discurso na sua afiada língua apologia as armas.

Passou o mesmo parte de sua vida treinando somente tiro e cujos alvos terminou por ser considerado em vez de bonecos, humanos mesmo. O qual e na condição de “alisador de canhão”, passou parte de sua vida se preparando para uma guerra que jamais viria e como se isso não bastasse na sua patente de capitão, percebendo soldos maiores que salário mínimo reservado unicamente aos verdadeiros trabalhadores.

Assim sendo e por não fazer parte do histórico do país, se tratando de uma nação não beligerante, resolveu o mesmo como mote de  sua campanha política apelar como soluções final, o uso da arma de fogo. E desta forma segmentos evangélicos cegamente e na sua grande maioria, carimbaram os seus respectivos votos no “homem das armas”. Mesmo sabedores se encontrarem contrariando a doutrinação divina. No que não se entende como cidadãos que se dizem pessoas tidas como "bons Samaritanos", por tanto imbuídos de bom senso, bom coração e no demonizar o seu principal adversário político, alastrara como discurso, campanha nutrido ódio. E assim, terminaram o elegendo. Mesmo sabedores do seu perfil condicionalmente defensor da existência de um poder paralelo denominado milicianos.

Cercado por 'caserneiros' militares, pelo mesmo indicados para importantes vigilâncias espalhadas no seu “imaginário quartel” , atuam nas suas designadas ocupações na condição de como se uma guarda pretoriana fosse. 
Desta forma o homem se consolida no poder mandando, desmandando e ainda, através do seu twiter, sua língua, manda bala na direção dos seus potenciais adversários não ajustados com a sua forma de governar.  Por > MM Souza.    

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