Como
ficarão os militares que mesmo o país perdendo identidade e recursos vivendo no
pendura e cai tecnológicos voltado para as suas forças armadas, as mesmas
aceitaram passivamente o resgar da constituição federal, e assim sendo pouco a
incomodando e passivamente aceitara tudo?
Como
ficarão os políticos que meteram os pés pelas mãos e não foram punidos pelo que
deveria ser justiceiros?
Como
ficarão os que se dizem paladinos da moralidade judicial, os quais
‘politicamente’ tomaram atitudes ao arbítrio das leis vigentes?
Apenas
nomeamos o básico das punições futuras digo; não como retalia dor e sim no
resgatar a verdadeira justiça. E quanto a estrela máxima, mentor do plano Lava
Jato e consequentemente sustentador do projeto Global arrebenta Brasil. Que por
sua vez mancomunado com alguns togados, em vez de se darem ao respeito, usaram
as suas togas para dar sustentabilidade ao maldito projeto elaborado nas
oficinas do diabo por políticos corruptos chefiados pela maldita dupla Eduardo
Cunha e Michel Temer e no contar com inúmeras parcerias, envolvendo venais
empresários e a dupla Aécio-FHC e cia.
Certo
é que o país navega como se fosse um grande transatlântico de bela aparência e
cujo interior se encontra numa decadente estrutura esfarrapados além de se encontrar
sendo conduzido sem aparente comando a
deriva e não se sabem em que águas naufragará.
O
país se encontra numa rota de colisão envolvendo o descambo para convulsões
sociais sem limites, causado pelo crescimento das forças marginais já
institucionalizadas no país. Para tanto seria fácil analisar como se encontra
as instituições a mercê da bandidagem, velha conhecida da sociedade. A qual e
publicamente se observa com força cada vez maior na superação quanto à
obediência cível, notadamente junto às instituições democráticas e força
pública, principalmente no tocante ao ordenamento público, coisa que se
deteriora a medida que as forças paramilitares ganham poderes e força nos seus
possantes armamentos.
Finalmente
somente restando a sua população invocar o supremo DEUS, na resolução dos seus
imediatos e cruciantes problemas como seres humanos. Por> MM Souza.



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