terça-feira, 25 de julho de 2017

Se houver eleições e Lula ganhar?

Como ficarão os militares que mesmo o país perdendo identidade e recursos vivendo no pendura e cai tecnológicos voltado para as suas forças armadas, as mesmas aceitaram passivamente o resgar da constituição federal, e assim sendo pouco a incomodando e passivamente aceitara tudo?
Como ficarão os políticos que meteram os pés pelas mãos e não foram punidos pelo que deveria ser justiceiros?
Como ficarão os que se dizem paladinos da moralidade judicial, os quais ‘politicamente’ tomaram atitudes ao arbítrio das leis vigentes?
Apenas nomeamos o básico das punições futuras digo; não como retalia dor e sim no resgatar a verdadeira justiça. E quanto a estrela máxima, mentor do plano Lava Jato e consequentemente sustentador do projeto Global arrebenta Brasil. Que por sua vez mancomunado com alguns togados, em vez de se darem ao respeito, usaram as suas togas para dar sustentabilidade ao maldito projeto elaborado nas oficinas do diabo por políticos corruptos chefiados pela maldita dupla Eduardo Cunha e Michel Temer e no contar com inúmeras parcerias, envolvendo venais empresários e a dupla Aécio-FHC e cia.
Certo é que o país navega como se fosse um grande transatlântico de bela aparência e cujo interior se encontra numa decadente estrutura esfarrapados além de se encontrar sendo conduzido sem aparente comando  a deriva e não se sabem em que águas naufragará. 
O país se encontra numa rota de colisão envolvendo o descambo para convulsões sociais sem limites, causado pelo crescimento das forças marginais já institucionalizadas no país. Para tanto seria fácil analisar como se encontra as instituições a mercê da bandidagem, velha conhecida da sociedade. A qual e publicamente se observa com força cada vez maior na superação quanto à obediência cível, notadamente junto às instituições democráticas e força pública, principalmente no tocante ao ordenamento público, coisa que se deteriora a medida que as forças paramilitares ganham poderes e força nos seus possantes armamentos.
Finalmente somente restando a sua população invocar o supremo DEUS, na resolução dos seus imediatos e cruciantes problemas como seres humanos. Por> MM Souza.   


      

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