sexta-feira, 28 de julho de 2017

Brasil em estado de guerra ‘pontuais’

O Rio somente deseja a paz
É inegável que e do jeito que a situação político administrativa do Brasil se encontra no seu limite tolerável e unicamente por conta de uma justiça incapaz de por ordem na casa, por a mesma se encontrar voltada unicamente e a serviço dos salteadores do erário público, a qual comprometida ou atada, não consegue enxerga o país fora da mira do planalto central.
Certo é que; ao intervir no estado do Rio de Janeiro, as forças armadas sob o pretexto de controlar setores da vida urbana, na verdade inicia uma intervenção perigosa por se tratar de intervenção ‘em estado de guerra’, no lutar contra as forças tidas como bandidagens urbanas e cuja missão, poderá se estender gradualmente aos demais estados da federação.
Na verdade verdade, o caos da insegurança pública se encontra em andamento por todo o país, quer seja no campo, ou nos laborinhos urbanos e em cujos locais, as forças policiais não são capazes de impor a ordem pública, não estão dando conta; melhor entendido, a guerra 'não declarada', começou desde que um interino se achando presidente da república se instalara no poder central e tão somente, como disse; ' por gostar de ser presidente'. O qual ilhado nas suas trincheira, no contar com a sua tropa politicamente falando, de choque na desobediência as leis federativas, manda e desmanda, pouco ligando se está sendo rejeitado pela quase total, maioria absoluta da sua população.

Bem, as forças armadas deverá assumir a sua postura em estado de guerra, a qualquer momento, mesmo que inicialmente no citado estado porém, com o agravante que ao intervir em apenas num estado, abre-se prerrogativa para intervenções em outros estados da federação. Obviamente que os caçados foras das leis, se omiciarão em outros estados, que e por sua vez, também chegarão a ponto de também solicitar intervenção como ocorrera numa das capitais da região nordestina, oportunidade que policiais numa ação que deveria ser rotineira, perdera o controle emocional no cumprimento de suas missões, para as quais foram preparados, no fazerem as vezes dos bandidos fizera tudo ao contrário no assumirem o papel dos bandidos. Os quais fardados e no portarem armas de grosso calibre, invadira o interior uma propriedade tida como contravencional, puseram pessoas acuadas num canto e começaram descontroladamente a quebrar tudo e a atirar para todos os lados.

A interferência a principio e mesmo pontual, no agir de forma e a principio isoladamente, poderá se estender por todo o país, pelo fato da insegurança publica se encontrar generalizada. Que aguardemos as consequências decorrentes. Por> MM Souza.       

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