terça-feira, 4 de julho de 2017

Ladrão por acaso não é ladrão?

A Polícia Federal pediu a inclusão de Michel Temer como investigado no inquérito que apurar políticos ligados ao PMDB da Câmara, os quais se uniram e estruturam um esquema de corrupção investigado pela Lava Jato; a PF também pediu a inclusão dos ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco, dois dos principais assessores de Temer; a Procuradoria Geral da República suspeita de que houve organização criminosa e comando político com objetivo de obter recursos de propina e caixa dois; o pedido da PF foi enviado pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, à Procuradoria Geral da República, que deverá dar um parecer sobre o caso.
Chega ser impressionante, quando uma das mais conceituadas policias do país chega a tais conclusões e não dar voz de prisão para esses elementos, os quais se resguardam numa constituição formada num emaranhado de itens e incisos e cujo objetivo, fora a mesma formatada para servir unicamente as corporações mafiosas existentes até então atuante veladamente nos subterfúgios e caladas das noites.
Quer dizer então que o cidadão que rouba um ovo num estabelecimento comercial para saciar a sua fome ou de membros de sua família, quase sempre mofam nas cadeias do país que em conformidade com as prerrogativas, os mesmos são considerados ladrões, os quais muitas das vezes, são presos, espancados além de humilhados no serem conduzidos sob o poder da truculência e das algemas.

As vagabundagens operantes nas raias da política, no serem flagrados carregando sacos e malas de dinheiro originários do submundo e sem comprovação sequer da sua origem por se tratar de operações ilícitas e a assim sendo não recolhendo sequer os devidos impostos, existindo alguns tragicômicos episódios sendo os mesmos flagrados carregando dinheiro em suas respectivas meias e até mesmo em suas cuecas. E o que é pior, quase sempre nada acontece pelo fato de tudo caber recursos quando não observados com vistas grossas por quem são pagos e muito bem pagos, pelo erário público e no sentido de proteger e fazer valer as leis vigentes,  independentemente de quem seja, os quais e nos aplicativos das leis, 'tudo cabe recursos' e desta forma degastando uma sociedade ávida de punição, punição que quase sempre capengamente em pizza e como se nada estivesse acontecendo. Assim sendo tudo continuando como dantes nos quarteis dos senhores Abrantes da vida. Por > MM Souza.

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