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| Ex Ministro de Temer e agora `o faz tudo`, Gedel Vieira. |
Nenhum dos inimigos políticom do ex senador e
ex governador da Bahia conseguiu sobreviver ao julgo das botas da velha raposa
do PFL (DEM) da Bahia, todos terminaram e de joelho, lamberem as suas botas.
Pois é menos o até então desconhecido pelo
Brasil Gedel Vieira. Antônio Carlos Magalhães não conseguiu fazê-lo curvar e
assim sendo ousadamente galgou via atitudes dos conspiradores ‘comandantes em
chefe’, da tropa de choque do PMDB nacional e no eleger a iminência parda ‘seu
irmão’ para deputado federal e desta forma ganhou ousadia com livre trânsito
nos corredores do palacianos sedimentados em Brasília.
Desta forma o senhor dos senhores da Bahia galgou espaço na mídia nacional e assim sendo como componente da tropa golpista, saiu-se como oficial graduado e se tornando um dos fiéis cães de caça do general Temer. Pensou que jamais diante da sua patente iria parar no terreno das quentinhas dos presídios conhecidas como menu principal dos encancerados com Boi com Abobra w como o seu parceiro cunha atualmente se encontra como presidiário na função de entregador de marmitex aos seus encancerados prisioneiros, resta saber o que
vai sobrar para o mesmo fazer na condição de zebra fardada.
Isso é, se o povo do prende- desprenda, surpreendentemente não o libertarem, como fizera com ‘o homem da mala cheia’ e desta forma retardando a chegada do seu parceiro Aécio, o qual se encontra na defensiva sendo embalado pela tropa de choque do comandante Temer. Observe conteúdo a seguir:
- O ex-ministro Geddel Vieira Lima, ex-braço direito de
Michel Temer, foi preso na segunda-feira 3 pela Polícia Federal, na Bahia; a
decisão é do juiz Vallisney de Souza, titular da 10ª Vara Federal de Brasília;
Geddel é acusado de atrapalhar investigações no âmbito da Operação Cui Bono,
deflagrada em janeiro deste ano, e que investiga fraudes em créditos da Caixa
Econômica Federal; ele teria atuado para que o operador Lucio Funaro e o
ex-deputado Eduardo Cunha não firmassem acordo de delação premiada; o mandado é
de prisão preventiva, quando não há prazo para soltura. Página>
Brasil 247. Fonte geradora> MM Souza.


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