sexta-feira, 14 de julho de 2017

Cana sem apelação

  Governo Michel Temer liberou R$ 134 milhões em emendas parlamentares de 38 dos 40 deputados que votaram a favor do peemedebista na Comissão de constituição e Justiça (CCJ) da Câmara no mês de junho; segundo levantamento da ONG Contas Abertas, o maior beneficiado foi o deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), que teve R$ 5,1 milhões; o tucano foi o responsável por apresentar um segundo parecer, aprovado pela CCJ, que pedia rejeição da denúncia; depois dele, os parlamentares mais beneficiados foram Carlos Marun (PMDB-MS), membro da tropa de choque de Temer, e Beto Mansur (PRB-SP), com R$ 5 milhões cada. Fosse quem fosse, esses já deveriam sair dos palácios algemados e mostrados para o mundo.
- Sem apelação; somente assim e desta forma o mundo reconheceria que as leis do país são de fato comandadas por cabras macho e não perseguidores buscadores de falsas provas, incluindo um barquinho de lata para incriminar um cidadão que se tornou universalmente um revolucionário, o qual enquanto os seus perseguidores deverão ser nomeados na história como escória e cujo nome será manchado pela mesma ou persseguido será reconhecido por seus atos como ‘o cara’ tentam por na masmorra um cara que promoveu pela primeira vez e de fato uma revolução nesse país, revolução da fome, que colocou o país no topo do mundo e assim, sendo respeitado.
Os mercadores chegaram de fininho, tomaram de assalto a casa assaltada agindo como se fosse de sua propriedade particular e ainda colocaram duzentos milhões de brasileiros como reféns. E o que é pior, nem mesmo assim, os que se dizem legalistas, reagiram e muito pelo contrário, colocaram suas respectivas sujeiras no ‘boca pio’.
Assim continuando, nas suas esdruxulas forma de governar e no atendimento as corporações estrangeiras, as quais em convivência com vitalícios apátridas, atuantes como lambedores de botas dos ‘donos do continente’ capitaneado pelo Tio Sam. Foram ‘cidadãos’, aqui plantados ao longo da historia-existência do país, por sua vez tomado de assalto pelos oligarcas das coroas.
Vamos ver se desta feita não será necessário como ocorrido nas grandes batalhas do passado, derramar sangue para retirar o país das garras das mãos dos reconhecidamente bandoleiros, os quais se habituarem se locupletarem no utilizarem as benesses do poder.
Aqui estaremos sempre de olho e de prontidão, através da nossa torre de vigília, atentos como se um periscópio estivesse utilizando. Por> MM Souza.    

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