Governo Michel Temer liberou R$ 134 milhões em
emendas parlamentares de 38 dos 40 deputados que votaram a favor do
peemedebista na Comissão de constituição e Justiça (CCJ) da Câmara no mês de
junho; segundo levantamento da ONG Contas Abertas, o maior beneficiado foi o
deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), que teve R$ 5,1 milhões; o tucano foi o
responsável por apresentar um segundo parecer, aprovado pela CCJ, que pedia
rejeição da denúncia; depois dele, os parlamentares mais beneficiados foram
Carlos Marun (PMDB-MS), membro da tropa de choque de Temer, e Beto Mansur
(PRB-SP), com R$ 5 milhões cada. Fosse quem fosse, esses já deveriam
sair dos palácios algemados e mostrados para o mundo.
- Sem apelação; somente assim e desta forma o
mundo reconheceria que as leis do país são de fato comandadas por cabras macho
e não perseguidores buscadores de falsas provas, incluindo um barquinho de lata
para incriminar um cidadão que se tornou universalmente um revolucionário, o
qual enquanto os seus perseguidores deverão ser nomeados na história como
escória e cujo nome será manchado pela mesma ou persseguido será reconhecido
por seus atos como ‘o cara’ tentam por na masmorra um cara que promoveu pela
primeira vez e de fato uma revolução nesse país, revolução da fome, que colocou
o país no topo do mundo e assim, sendo respeitado.
Os mercadores chegaram de fininho, tomaram de
assalto a casa assaltada agindo como se fosse de sua propriedade particular e
ainda colocaram duzentos milhões de brasileiros como reféns. E o que é pior,
nem mesmo assim, os que se dizem legalistas, reagiram e muito pelo contrário, colocaram
suas respectivas sujeiras no ‘boca pio’.
Assim continuando, nas suas esdruxulas forma de
governar e no atendimento as corporações estrangeiras, as quais em convivência
com vitalícios apátridas, atuantes como lambedores de botas dos ‘donos do
continente’ capitaneado pelo Tio Sam. Foram ‘cidadãos’, aqui plantados ao longo
da historia-existência do país, por sua vez tomado de assalto pelos oligarcas
das coroas.
Vamos ver se desta feita não será necessário
como ocorrido nas grandes batalhas do passado, derramar sangue para retirar o
país das garras das mãos dos reconhecidamente bandoleiros, os quais se habituarem
se locupletarem no utilizarem as benesses do poder.
Aqui estaremos sempre de olho e de prontidão,
através da nossa torre de vigília, atentos como se um periscópio estivesse
utilizando. Por> MM Souza.


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