domingo, 30 de julho de 2017

Politicando Brasil e Estados Unidos da América

Recomendamos  a sua leitura; vale a pena!

O faminto Tio Sam
Porque Tio Sam, ‘senhor das Américas’, até o presente momento não meteu o bedelho num pais cuja população, não representa sequer um terço da população brasileira? Bom, 'aos menos informado' que devemos lembra-los se encontrar o Tio enfiado até a ‘guela’, nos problemas guerreiros do Oriente Médio, evoluindo-de Além do Iraque a Síria e outros tendo como principais palcos o Iraque e a Síria e tendo como protetores de um lado (Iraque) EUA e do outro, Síria envolvendo Rússia no apoiar o ditador Bashar Al-Assad.
Aí voltemos ao Brasil= No que numa aliança econômica e discreta ‘militarmente’ envolvendo as nações consideradas como as cinco (5) mais fortalecidas; Rússia, China, Índia, África do Sul e Brasil, todas em franca acessão comercial e com potencial universal se destacando num crescimento emergente e cujo poder de consumo e investimentos envolve os seus componentes, os quais por sua vez criaram um banco denominado (Brincas), cuja finalidade de comercialmente crescer e quiçá, desenvolver uma moeda própria tipo Euro e desta forma ameaçando a hegemonia do Dólar e do próprio Euro. Na esteira do crescimento muitos volumes de negócios envolvendo as nomeadas nações, fortaleceriam os seus respectivos comércios e desta forma desbancariam a poderosa força financeira EUA, via FMI.
Desta forma diante dos investimentos procedidos inicialmente, capitaneado pela China, “que já ameaçava tomar as rédeas econômica financeira mundial”, com prazo mínimo para ultrapassar o Tio, assim e desta forma, seria a ponte de independência envolvendo também seus parceiros Brasil, continente Latino como um todo e o continente africano, via África do Sul e cuja nação brasileira, via ações do ex presidente Lula, se encontrava no firme propósito com os seus vizinhos parceiros, criar a independência dos países do continente incluindo a Venezuela, e cujos países, sempre fora escravos do Tio Sam via FMI.
Com a decadência da velha Europa, formalizada parceira econômica e guerreira com o Tio, investira o mesmo na desestabilização político econômico do Brasil, que por sua vez, viria também em sua aba, a Argentina, a qual em conformidade com as diretrizes do Tio, elegera o seu atualmente presidente Macrí, parceiro da sua curriola.

Pois bem - como se encontrava o EUA e Rússia as turras no Oriente Médio, se voltara o EUA e no corromper corações e mente dos apátridas ‘brasileiros’, assim e na calada da noite, arquitetara para no momento certo dar o golpe no contar com o apoio de venais parlamentares no planejarem um golpe diferente, um golpe sem armas, exceto as armas das línguas dos bocudos manipuladores, os quais via o mesmo dinheiro usado por Judas vendera as suas respectivas almas para o diabo. No caso que desse errado, 'como esta dando', daria garantias guerreiras, no avançar nos seus propósitos, assim sendo e em última hipótese, daria sustentação beligerante, afinal o Pré Sal estaria aí para garantir pagamentos das balas e canhões fornecidos, assim como o fizeram no Oriente Médio e cujo preço, nenhum técnico, será capaz de avaliar por quanto tempo o seu povo pagara por tão desgastante ônus.
Assim sendo e desta forma se entende porque o Brincs, não tomara dores perante o seu parceiro Brasil, caso o fizesse, poderia nascer dai um conflito guerreiro se alastrando por todo o continente e cujas proporções, poderia ultrapassar além do inimaginável e das contas.
Como no continente, no manter compromisso com o maior produtor de petróleo da região, Venezuela e cujo armamento utilizado por suas forças demandam da Rússia, o Tio não meteu ainda as caras belicamente para derrubar o acuado Maduro.

Para finalizar, ainda tiveram que e após cerco de 50 anos, que dialogar com um sapo barbudo chamado Fidel, que por sua vez e após a construção do porto de Mariel, cuja demanda funcionaria como entreposto utilizado pelos países do Brincs, no dar passagem aos seus comércios. 
Assim sendo foi o Tio, obrigado engolir Fidel com barba e tudo, pouco antes da sua morte. Por> MM Souza.              

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