Recomendamos a sua leitura; vale a pena!
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| O faminto Tio Sam |
Aí
voltemos ao Brasil= No que numa aliança econômica e discreta ‘militarmente’ envolvendo as nações consideradas como as cinco (5) mais fortalecidas; Rússia, China, Índia,
África do Sul e Brasil, todas em franca acessão comercial e com potencial universal se destacando num crescimento emergente e cujo poder de consumo e investimentos envolve os seus componentes, os quais por sua vez criaram um banco denominado (Brincas), cuja finalidade de comercialmente crescer e quiçá, desenvolver uma
moeda própria tipo Euro e desta forma ameaçando a hegemonia do Dólar e do próprio Euro. Na esteira do crescimento muitos volumes de
negócios envolvendo as nomeadas nações, fortaleceriam os seus respectivos comércios e desta forma desbancariam a poderosa força
financeira EUA, via FMI.
Desta
forma diante dos investimentos procedidos inicialmente, capitaneado pela China, “que já ameaçava tomar as rédeas econômica financeira mundial”, com prazo
mínimo para ultrapassar o Tio, assim e desta forma, seria a ponte de independência envolvendo também seus parceiros
Brasil, continente Latino como um todo e o continente africano, via África do Sul e
cuja nação brasileira, via ações do ex presidente Lula, se encontrava no firme propósito com os seus vizinhos parceiros, criar a independência dos países do continente incluindo a Venezuela, e cujos países, sempre fora escravos do Tio Sam via
FMI.
Com
a decadência da velha Europa, formalizada parceira econômica e guerreira com o Tio,
investira o mesmo na desestabilização político econômico do Brasil, que por sua vez, viria também em sua aba, a Argentina, a qual em conformidade com as diretrizes do Tio, elegera o seu atualmente presidente Macrí, parceiro da sua curriola.
Pois
bem - como se encontrava o EUA e Rússia as turras no Oriente Médio, se voltara o
EUA e no corromper corações e mente dos apátridas
‘brasileiros’, assim e na calada da noite, arquitetara para no momento certo dar o
golpe no contar com o apoio de venais parlamentares no planejarem um golpe
diferente, um golpe sem armas, exceto as armas das línguas dos bocudos
manipuladores, os quais via o mesmo dinheiro usado por Judas vendera as suas respectivas almas para o diabo. No caso que desse errado, 'como esta dando', daria garantias
guerreiras, no avançar nos seus propósitos, assim sendo e em última hipótese, daria sustentação beligerante, afinal o Pré
Sal estaria aí para garantir pagamentos das balas e canhões fornecidos, assim como o
fizeram no Oriente Médio e cujo preço, nenhum técnico, será capaz de avaliar por
quanto tempo o seu povo pagara por tão desgastante ônus.
Assim sendo e desta forma se entende porque o Brincs, não tomara dores perante o seu parceiro
Brasil, caso o fizesse, poderia nascer dai um conflito guerreiro se alastrando por todo o continente e cujas
proporções, poderia ultrapassar além do inimaginável e das contas.
Como no continente, no manter compromisso com o maior produtor de petróleo da
região, Venezuela e cujo armamento utilizado por suas forças demandam da Rússia,
o Tio não meteu ainda as caras belicamente para derrubar o acuado
Maduro.
Para
finalizar, ainda tiveram que e após cerco de 50 anos, que dialogar com um sapo barbudo chamado Fidel, que por sua vez e após a construção do porto de Mariel, cuja demanda funcionaria como entreposto utilizado pelos países do Brincs, no dar passagem aos seus comércios.
Assim sendo foi o Tio, obrigado engolir Fidel com barba e tudo, pouco antes da sua morte. Por> MM Souza.

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