sexta-feira, 7 de julho de 2017

Um Brasil progressista e um Brasil recessivo

Senadora e presidente do PT Gleisi Hoffmann e o ex presidente Lula
As tratativas para o Brasil pós-Temer devem incluir um diálogo entre PT e PSDB, defendem nomes dos dois partidos;  presidente interino do PSDB, Tasso Jereissati  disse que, confirmado no comando do partido, pretende provocar esse diálogo; Tasso lembrou que, sob Itamar Franco, esquerda e centro se uniram para sair da crise; o petista Jorge Viana, em discurso, mostrou alguma sintonia: “Eu converso com líderes. Brasília está chegando a um quase consenso de que o governo Temer acabou. É um consenso silencioso”.
Esse dialogo jamais existia, é como diz a atualmente presidenta do PT senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) é trocar seis por meia dúzia e eu cá com os meus botões digo; farinha do mesmo saco.
Vão continuar sim como ‘farinha do mesmo saco’, querem impor a duzentos milhões de brasileiros a tirania da velha oligarquia, a qual sempre somente cortou ou se aproveitou de direitos dos escravizados trabalhadores. E o que é pior contando com os apoios do silencio absoluto das forças armadas a qual já deveria ter se manifestado pondo ordem na casa e o país retornando em breve período ao estado de direito dos verdadeiros cidadãos,  trabalhadores e desta forma acabando como essa corja de ladrões, os quais e mesmo de posse de uma carta constitucional a rasgara acintosamente atirando na cara do eleitorado brasileiro no contar com parcimônia do Ministério Público federativo e as tais famílias enraizadas na comunicação nacional, a qual e no contar com ações manipuladora de uma população desinformada, consegue tirar e por presidentes da república e sus aliados cafajestes.
 Não quero com isso colocar A, B,C ou D ‘partidariamente falando no poder’, gostaria sim e enquanto cidadão, que o país caminhasse democraticamente pelos caminhos da normalidade como se encontrava caminhando, que os conspiradores mesmos até mudassem, porem que fosse pela vontade do povo e não tomando de assalto o poder como ocorrera.

Portanto aí está o um desabafo enquanto cidadão e enquanto profissional há mais de quatro décadas atuante na comunicação nacional. Por > MM Souza.

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