terça-feira, 22 de março de 2016

Revolução das Canetas

Bem que poderíamos assim denominar a conspiração hoje existente contra o estado democrático do país, o qual e após a conspiração dos ‘quarteis’ ocorridas no ano de 1964. Na falta das forças armadas do país assumir publicamente, através das suas assessoria no assumir publicamente o seu papel como guardiã do estado de direito constitucionalmente republicanos em vigência no país. Na caserna se omite e desta forma mais parecendo encontrar os generais em cima do muro em se tratando da realidade politico constitucional no deixar a população desse imenso país em estado de stress diante de tantas denuncias envolvendo bagunceiros e arruaceiros dentro da estrutura base do país, envolvendo os três poderes e assim sendo já passou da hora das forças armadas em cadeia nacional realizar pronunciamento em rede nacional no sentido de tranquilizar a população, nessa altura apreensiva, diante da ameaça dos conspiradores de destituir a presidente a qual se encontra acuada e a mercê dos facínoras ocupantes infelizmente das cadeiras que deveriam manter a governabilidade do país livrando as instituições democráticas de um provável golpe o qual já se encontra sendo delineado pelos ante democratas, os quais não aceitam haver perdido a última eleição, batido pela força das urnas. 
Mancomunados por juízes e promotores, preparam esses sórdido golpe nas barbas da nação que escolhera por maioria absoluta dos votos a atualmente presidenta Dilma Rousseff como mandatária da nação. No que poderíamos denominá-la como conspiração das canetas. E o que é pior; diante do eminente ataque de nervos que se anuncia, aliado ao fato dos dois lados da moeda se encontrem em posições antagônicas, advir dai diante da realidade dos fatos e a princípio encontrar a mesma, beira de um ataque de nervos fomentados pelas aberrações midiáticas que através dos seus irresponsáveis discursos colocarem o país dentro de uma fogueira sem controle nos seus extremos e assim sendo se estabelecendo a qualquer momento confrontos generalizados envolvendo as partes litigiosas e assim sendo, podendo haver e a princípio confrontos isolados, porém, com probabilidade de se estender pelo país a fora.
Portanto volto a reafirmar, já se encontra passando da hora das forças armadas se pronunciar e desta forma, evitando confrontos diretos no quebrar de paradigmas das instituições democráticas existentes no país. Por> MM Souza.  

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