quarta-feira, 23 de março de 2016

Acirram-se os ânimos

Até aqui apesar do aquecimento das palavras e mensagens postadas nas redes sociais e até mesmo as manifestações publicas, não tem dado maiores problemas os aparelhos policiais do país. No entanto e a partir de agora, as tensões começam a ameaçar a paz com ou sem Lula a frente das manifestações. O PT de antes, até que se encontra disciplinado e moderado, ao passo que quem se encontra radicalizando, sãos ‘os coxinhas’ da extremíssima direita.
Observem no conteúdo a seguir em conformidade com declarações procedentes de um jovem militante pró-continuidade do estado democrático e de direito, o qual e já naturalmente com os nervos a flor da pele, causado por um judiciário que se encontra provocando desgastes com as suas atitudes e lambanças na condução de procedimentos relacionados a Lava jato, cujo stress já começa sentir junto à população espalhada por todo os quadrantes do país e assim, diante de suas atitudes no agirem na maioria dos procedimentos, com parcialidade, coloca não tão somente a sociedade como um todo em estado de stress, como e também as lideranças correspondentes as entidades de classe, as quais se encontra em estado de alerta. Atente para as declaração em matéria postada na página www.brasil247.com.br  
- Coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos disse, nesta terça-feira, que se houver impeachment da presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula for preso, o Brasil será "incendiado por greves, ocupações e mobilizações".
“Não haverá um dia de paz do Brasil. Podem querer derrubar o governo, podem prender arbitrariamente o Lula ou quem quer que seja, podem querer criminalizar os movimentos populares, mas achar que vão fazer isso e depois vai reinar o silêncio e a paz de cemitério é uma ilusão de quem não conhece a história de movimento popular neste país. Não será assim”, disse.
‘Há setores do mercado que acham que vão tirar Dilma e vão fazer as "reformas estruturais" que se precisa para a sociedade brasileira. E os cambaus. Este país vai ser incendiado por greves, por ocupações, mobilizações, travamentos. Se forem até as últimas consequências nisso não vai haver um dia de paz no Brasil’, completou, na entrevista coletiva concedida ao lado de coordenadores da Frente Povo Sem Medo. Por> MM Souza.




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