Até
aqui apesar do aquecimento das palavras e mensagens postadas nas redes sociais
e até mesmo as manifestações publicas, não tem dado maiores problemas os aparelhos policiais
do país. No entanto e a partir de agora, as tensões começam a ameaçar a paz com ou
sem Lula a frente das manifestações. O PT de antes, até que se encontra
disciplinado e moderado, ao passo que quem se encontra radicalizando, sãos ‘os coxinhas’ da
extremíssima direita.
Observem
no conteúdo a seguir em conformidade com declarações procedentes de um jovem militante pró-continuidade
do estado democrático e de direito, o qual e já naturalmente com os nervos a
flor da pele, causado por um judiciário que se encontra provocando desgastes
com as suas atitudes e lambanças na condução de procedimentos relacionados a Lava jato, cujo stress já começa sentir junto à população espalhada por
todo os quadrantes do país e assim, diante de suas atitudes no agirem na maioria dos
procedimentos, com parcialidade, coloca não tão somente a sociedade como
um todo em estado de stress, como e também as lideranças correspondentes as
entidades de classe, as quais se encontra em estado de alerta. Atente para as declaração em matéria postada
na página www.brasil247.com.br
- Coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto
(MTST), Guilherme Boulos disse, nesta terça-feira, que se houver impeachment da
presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula for preso, o Brasil será
"incendiado por greves, ocupações e mobilizações".
“Não haverá um dia de paz do Brasil. Podem querer derrubar o
governo, podem prender arbitrariamente o Lula ou quem quer que seja, podem
querer criminalizar os movimentos populares, mas achar que vão fazer isso e
depois vai reinar o silêncio e a paz de cemitério é uma ilusão de quem não
conhece a história de movimento popular neste país. Não será assim”, disse.
‘Há setores do mercado que acham que vão tirar Dilma e vão fazer
as "reformas estruturais" que se precisa para a sociedade brasileira.
E os cambaus. Este país vai ser incendiado por greves, por ocupações,
mobilizações, travamentos. Se forem até as últimas consequências nisso não vai
haver um dia de paz no Brasil’, completou, na entrevista coletiva concedida ao
lado de coordenadores da Frente Povo Sem Medo. Por> MM Souza.

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