sábado, 26 de março de 2016

Estado de direitos

“Queremos a paz mais não fugiremos da guerra”
"Vamos lutar e vamos defender o Estado Democrático de Direito. As manifestações mostram o seguinte: queremos a paz, mas não tememos a guerra. Se eles acham que haverá estabilidade derrubando a Dilma, estão muito enganados", escreveu Rui Falcão, presidente do PT, em seu Facebook, no relacionar uma centena de entidades de classe e privadas, as quais apoiam a permanência da atualmente e eleita democraticamente presidenta do país.
Estas são as palavras de ordenamento social após o presidente do partido dos Trabalhadores Rui Falcão, no contrapor as palavras de ordem proporcionadas por radicais a serviço do atraso social do país. Infelizmente desta forma delineiam os caminhos abertos por picuinhas que infeliz além de irresponsavelmente não atentarem para o que ocorre com alguns países que se envolveram em intermináveis conflitos unicamente por sectárias divergências e geralmente por chocarem as suas contrárias opiniões e dentre outros países como; Líbia, Iraque e principalmente a Síria, cuja nação e no momento, é a que mais sofre e simplesmente por seus irmãos não quererem falar a mesma língua, a língua do entendimento e da paz.
Alguns brasileiros os quais nunca passaram pela metade do vexame e sofrimento, como ocorrido na propalada revolução de 1964, oportunidade que fora cerceado direitos do cidadão e entidades de classe, ocasião que alguns patriotas infelizmente tombaram em defesa da democracia conquistada e vivenciadas nos dias atuais a custa de muito suor e sangue, foram pessoas tidas para a sociedade contemporânea como bandidos, incluindo no seu bojo a atualmente presidenta da republica Dilma Rousseff. Esses almofadinhas, os quais não sabem o que representa uma guerra, vivem nas ruas a clamarem por guerra, sem ao menos saberem os resultados catastróficos provocados por um  confronto de fato. Vivem esses, nas redes sociais a postarem além de divulgarem banners com palavras de ordem, recheadas de ódio além de fascismo e sem ao menos saberem o peso do repuxo de uma verdadeira arma acionada contra a vida de inocentes cidadãos. Oportunamente externamos que esses saiam de cena para que se estabeleça de fato o estado de direito constitucional do cidadão e no sentido de que a paz reine na nossa amada pátria. Que deixem os seus ódios, repassando e como mandam os bons princípios, bons costumes modelados na paz e no amor ao seu próximo. Por >MM Souza.

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