sexta-feira, 11 de março de 2016

Globo Manipula Blefando

 Em conformidade e nos seus ‘caprichos’, a Rede Globo no representar o seu complexo midiático corpóreo e no fazer uso das suas prerrogativas, no sentir-se ofendida a qual como sempre o faz, recorre às entidades que representa a imprensa nacional, alegando agressões cometidas pela representação dos partidos de esquerda, já que a mesma representa ‘no que não deveria como empresa a serviço da comunicação social’ politicamente a direita (oposição), cujas atitudes repassadas diuturnamente através dos seus tendenciosos noticiários nos seus conteúdos jornalísticos, os seus tendenciosos conceitos jornalísticos, no manipular informações além de fomentar ódios e discórdias no seio da sociedade como um todo e consequentemente, levando-a atos de indisciplina além de desrespeito a ordem pública.
Pois bem- no assim agir, após fomentar nos seus editoriais jornalísticos atitudes somente tolerados na pratica como o faz a imprensa ‘colorida’, assim sendo e como promotora da ampla cobertura dos planejados panelaços e no fomentar midiaticamente a discórdia, no publicar noticias sobre segredo de justiça e muitas das vezes baseadas exclusivamente em delações. Por último e por ocasião das manifestações promovidas por entidades sociais as quais participam promovendo retaliações em prol de uma democracia plena e transparente no país, as quais além de ajustadas com os governos federais e estaduais, cujas entidades cansadas de tantas manipulações, no se aproveitar da ‘inocência’ dos maus informados culturalmente, no responderem nas suas disseminadas ideias, perante a sociedade desinformada.
Assim sendo, no sentir-se agredida por algumas pontuais entidades, no chegarem a ponto de invadirem as suas ‘privacidades’, através de atos públicos repudiando os chamamentos promovidos pelos ‘filhotes dos coronéis de um passado que ao ver da sociedade, encontrava-se após a lei área, enterrada e esquecida’, coisa que infelizmente nas suas cabeças, não foram apagadas. 
A qual vem a tona, através do seu poder midiático e assim sendo, intimando o próprio governo federal no proceder midiaticamente  carta aberta, se fazendo de vítima dizendo-se perseguida, assim como no evolver outras empresas midiáticas, no exercitar dos seus ócios. No que deveria ser atuações transparentes e não se comprometendo como se observa no contrariar a lei ‘mesmo capengamente’, da imprensa nacional.
Lembramos oportunamente, que e de acordo com a lei de imprensa, no seu quesito inicial diz; em conformidade com a Lei número 5.250/09/02/1967.                 
        Art. 1º - É livre a manifestação do pensamento e a procura, o recebimento e a difusão de informações ou ideias, por qualquer meio, e sem dependência de censura, respondendo cada um, nos termos da lei, pelos abusos que cometer.
        § 1º - Não será tolerada a propaganda de guerra, de processos de subversão da ordem política e social ou de preconceitos de raça ou classe.
        § 2º O disposto neste artigo não se aplica a espetáculos e diversões públicas, que ficarão sujeitos à ‘censura’, na forma da lei, nem na vigência do estado de sítio, quando o Governo poderá exercer a censura sobre os jornais ou periódicos e empresas de radiodifusão e agências noticiosas nas matérias atinentes aos motivos que o determinaram, como também em relação aos executores daquela medida.
        Art. 2º - É livre a publicação e circulação, no território nacional, de livros e de jornais e outros periódicos, salvo se clandestinos (art. 11) ou quando atentem contra a moral e os bons costumes.
        § 1º A exploração dos serviços de radiodifusão depende de permissão ou concessão federal, na forma da lei.
Bom- e por ai segue, verdade é que e mesmo nas elementares prerrogativas de uma lei concebida ainda no período das “botas militares”, a qual ainda hoje é diante das suas falhas é invocada em momentos de conveniências.                                    Portanto e ao nosso ver; já passou da hora do congresso nacional agir com transparência e lisura, no ouvir técnicos não corporativistas muito menos comprometidos com as ‘plumagens’, promulgando uma nova lei para a imprensa, digo; a verdadeira imprensa nacional. Por > MM Souza.   

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