sábado, 26 de março de 2016

Refém do poder político-corporativo

 Após tantas turbulências dos últimos anos em se tratando de uma política mesquinha, sorrateira além de apátrida desenvolvida sob os pilares das instituições sedimentadas no planalto central, obviamente com a permissividade da chamada operação Lava Jato. Maia parecendo que o país acordou porem, após as ações de um pesadelo chamado Sérgio Mouro, o qual no utilizar a sua toga, na verdade nunca usou a sua balança nem simbolicamente como deveria, no permear entre dois pesos e duas medidas.
Como também não teve o mesmo interferência alguma do governo federal como no passado existia, antes de abafarem os casos e assim o governo da presidenta Dilma foi o primeiro a ser punido, daí então e no andar da carruagem, a sigla partidária pela qual a mesma se elegeu vem sendo massacres após massacre originário dos midiáticos e publicamente execrada perante o MP. No que e no arvora-se do poder no utilizar os pesos correspondente a sua representativa balança, pendente somente para um lado, assim e desta forma, gerando apoio de um lado e desconfiança do outro. No que e no frigir dos ovos, nos encontramos na situação atual assim como diz sonoramente o musica cantor-compositor Morais Moreira,...é o Brasil descendo a ladeira..., e por aí vai.    
O partido de apoio ao governo se dividiu, o seu vice não se encontra com pulso suficiente ‘ou simplesmente trocou de camisa’ e desta forma alimentando a descida numa espantosa velocidade, se tornando tão  acentuada que mais parece uma competição-pistas de Fórmula ligeira. Assim sendo e desta forma colocando o país conceitual internacionalmente numa lastimável situação, no voltar ao passado conceitualmente, como sempre o fora identificando, na condição de uma simples republiqueta.
Com se não bastasse, por último os golpistas inventaram um encontro em território luso, para tratar ‘por debaixo do pano’ do impeachment da mulher e se tratando na verdade de uma reunião paralela, cujo único objetivo é possuidor do espirito conspirador, com maior ‘respaldo’, partindo do território português. Cujo evento deveria contar com as presenças dos contumazes parceiros encastelados na república dos marajás de Brasília, os quais partidariamente, vistos publicamente no contarem com os seus ferrenhos defensores, os quais se encontram encastelados no MPF e como entrara água no ‘barraco’, por a principal figure expoente da conspiração vice-presidente da república Michel Teme, assim como da desistência,  não confirmação da presença no encontro do presidente lusitano. Assim sendo entrando água nos seus propósitos conspiratórios.

Enquanto isso, os eleitores mais conscientes e do lado de cá do oceano, continuariam nas ruas e avenidas protestando, ou simplesmente nas praças dando milho aos pombos. Por > MM Souza.

Nenhum comentário:

Postar um comentário