Diante
de tanto tiranismo absorvido por parte de lunáticos e midiáticos ‘produtos
fabricados pela Globo sob título de cidadão’, levados por uma onda midiática no
aproveitar a gratuidade das páginas de relacionamentos da internet, fazem e
promovem sórdidas campanhas assim como o fizera os nazistas antes de detonarem
os pavios que terminou por confirmar o barbarismo, páginas negras do detonado
conflito II guerra mundial.
Não
se tocaram ainda que estão buscando através dos seus impensados além de
irresponsáveis atos, um cadáver achado nos conflitos de rua e assim sendo
exigindo a presença de medidas de forças extremas? Não entenderam ainda que com
os seus extremismos de querer golpear uma pessoa que fora legalmente eleita e
empossada, a qual midiaticamente encontra-se acuada sob tiroteio, desde que
tomou posse. Ao passo que o país desce a ladeira econômica provocada por
irresponsáveis que se dizem cidadãos, carreados por sonegadores de impostos contando
com o apoio de certos elementos que se acham donos das togas, os quais por sua
vez se acham ‘donos do Brasil’. Será que não atentaram ainda que o extremismo
das palavras pode produzir defuntos, no que e após a declaração da sua morte ostentarão
provocando nas suas rabiolas, outros tantos cadáveres?
Aqui
e oportunamente, conclamamos aos sensatos, além de equilibrados cidadãos e nesse
caso digo; Os verdadeiros patriotas, aqueles que vão as urnas para através das
suas armas ‘o voto’, escolherem os seus superiores chefes. Assim sendo e em
respeito às pessoas que elegeram a senhora Dilma Rousseff e mesmo contando com
as intempestivas ações dos que ‘bandearam’ e no traírem os seus próprios votos,
é que fazem com que a mulher não tenha a liberdade de representação daquilo que
fora delegada e graça às trairagens dos descendentes da família Escariote, os
quais e as suas épocas, além de traírem o soberano ainda atiraram pedra na
cruz. Está aí uma boa oportunidade para se promover reflexão dos atos daqueles
que desejam além de se encontrarem ávidos para erguerem estatua de um defunto. No
que espero que não seja o meu e como bola da vez. Por> MM Souza.

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