Dê
o nome que lhe aprouver e mesmo que seja entendido como ‘censura’ e no passar as
turbulências em que se encontra o país politicamente e consequentemente afetando
a sua economia de forma cabal, e no retomar das rédeas da governabilidade, eu
na condição de cidadão e de um profissional a quase um cinquentenário servindo a
comunicação social do país nos seus mais diversos setores e com passagem nos considerados
maiores veículos de comunicação do país, gostaria antes do final da minha vida,
ver e ouvir nos quatro cantos dessa grande nação, se praticar leis de verdade e
no relacionado a comunicação mais efêmera ainda; que houvesse de fato uma
reformulação geral baseada em conselhos regidos por pessoas idôneas além de comprometidas com as suas
experiências jurídico profissionais.
Falo
isso por está a observar no contexto atual, uma esculhambação geral no que se
refere as leis construídas baseada uma constituição promulgada imediatamente
após os mandos e desmandos decorrentes da ‘esticada ditadura’ militar do país,
divulgada como revolução e assim sendo
sem respaldo e tempo para que se construísse uma constituição federativa em
conformidade com a cara do povo brasileiro e desta forma entendido como leis constituídas
mais com a finalidade de atender corporações
e no relacionado as leis relacionadas a comunicação em geral essa então
vem capengando a partir da sua construção, as quais e nos seus caminhares fora
usada e abusada por apenas conter interesses das corporações vivenciadas no seu
entorno, digo; jurídica e profissionalmente. Entendemos que algumas delas foram construídas por pessoas comprometidas com os atos ‘revolucionários de 1964 do que propriamente com as suas prerrogativas profissionais. No que havendo uma reforma, além de tornar-se clara e firmemente no que se propõe e principalmente no que se refere aos itens concessões, as quais sempre estiveram nas mãos dos políticos e que tais concessões fossem concedidas após serem examinadas por bancas compostas por homens idôneos e de muita vergonha nas suas respectivas caras.
Assim
sendo e baseado na formação técnica de profissionais setorizados, com certeza
sairia uma enxuta lei, além de acabar com as partidarizadas concessões, as
quais são usadas e abusadas pelas

grandes corporações midiáticas. As quais com a existência dos seus representantes ocupando cadeiras e carteiras em Brasília na condição de lobistas fazem e acontece no tripudiar além de atropelar os poucos ‘saudáveis’ artigos na atual existente.
Somente desta forma entendo que deixaria uma imprensa livre- limpa e menos ‘colorida’, no atuar como verdadeiro porta-voz dos mais variados setores, além das mais diversas comunidades existentes no país. Por> MM Souza.


















































