O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, declarou
que pode decidir na segunda-feira sobre todos os sete pedidos de impeachment da
presidente Dilma Rousseff. O jogo com o tempo é claro: na terça-feira o
Conselho de Ética decidirá pelo prosseguimento ou não do processo de sua
cassação e, para escapar, Cunha depende do voto dos três deputados do PT que
integram o Conselho, afirma Tereza Cruvinel, colunista do 247; os petistas Léo
de Brito (PT-AC), Valmir Prascidelli (PT-SP) e Zé Geraldo (PT-PA) já
manifestaram a intenção de votar pela continuidade do processo contra Cunha; a
jornalista destaca que a ala petista contrária a um gesto de pragmatismo
para preservar Dilma "avalia que depois da prisão do senador Delcídio
Amaral ficou ainda mais difícil para o partido adotar esta posição que lhe
desgastaria imensamente junto à opinião pública. Os pragmáticos, entretanto,
alegam que já tendo o PT sangrado tanto, preservar o mandato de Dilma e o
governo tornou-se agora mais relevante".
Na verdade a presidente Dilma Rousseff deveria
vir a público quantas vezes fossem necessárias no sentido de clarear nas cabeças
dos seus “bandeados” eleitores, os quais em conformidade com as articuladas ações
midiáticas, terminou por convencê-los de que a presidenta é ré como se estivesse a mesma metido as mãos no jacá; como diria o ex-deputado Jéferson (PTB). Quando e na
verdade até a presente data, nada ficou comprovado no relacionado ao assunto. Muito pelo contrario, a mesma fizera procedimentos administrativos denominada “pedaladas”, em função de proceder continuidade aos seus modelados
projetos sociais. Só que a mídia distorceu tudo, misturou como se a mesma mensaleira
fosse e aí se encontra a cidadã pagando o seu preço como se ladra também fosse.


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