sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Venha para a rua Dilma


O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, declarou que pode decidir na segunda-feira sobre todos os sete pedidos de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O jogo com o tempo é claro: na terça-feira o Conselho de Ética decidirá pelo prosseguimento ou não do processo de sua cassação e, para escapar, Cunha depende do voto dos três deputados do PT que integram o Conselho, afirma Tereza Cruvinel, colunista do 247; os petistas Léo de Brito (PT-AC), Valmir Prascidelli (PT-SP) e Zé Geraldo (PT-PA) já manifestaram a intenção de votar pela continuidade do processo contra Cunha; a jornalista destaca que a ala petista contrária a um gesto de pragmatismo para preservar Dilma "avalia que depois da prisão do senador Delcídio Amaral ficou ainda mais difícil para o partido adotar esta posição que lhe desgastaria imensamente junto à opinião pública. Os pragmáticos, entretanto, alegam que já tendo o PT sangrado tanto, preservar o mandato de Dilma e o governo tornou-se agora mais relevante".

Na verdade a presidente Dilma Rousseff deveria vir a público quantas vezes fossem necessárias no sentido de clarear nas cabeças dos seus “bandeados” eleitores, os quais em conformidade com as articuladas ações midiáticas, terminou por convencê-los de que a presidenta é ré como se estivesse a mesma metido as mãos no jacá; como diria o ex-deputado Jéferson (PTB). Quando e na verdade até a presente data, nada ficou comprovado no relacionado ao assunto. Muito pelo contrario, a mesma fizera procedimentos administrativos denominada “pedaladas”, em função de proceder continuidade aos seus modelados projetos sociais. Só que a mídia distorceu tudo, misturou como se a mesma mensaleira fosse e aí se encontra a cidadã pagando o seu preço como se ladra também fosse.
Foto meramente ilustrativa

E ainda por cima e como se não bastasse, se tornara a mesma refém de um partido (PMDB), o qual até aqui somente tem usado “por sua visibilidade”, sua bancada, o PT, no dar sustentabilidade aos seus projetos na câmara. Para completar a sua saga, agora virou refém de Cunha> empossado na condição de presidente da câmara apoiado por uma mantilha de famintos lobos, os quais vivem ás margens das estradas do poder e assim sendo, a presidenta se tornara refém de uma pessoa que se sustenta no poder através de artimanhas e armações, porque se assim não o fizesse com certeza já teria caído nas barras do Moro. Por > MM Souza.

    

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