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| Presidentes Dilma- Brasil / Cristina kirchner e o eleito Maurício Macri - Argentina. |
A derrota do candidato de Cristina
Kirchner na Argentina é apresentada pela oposição brasileira como uma prova -
mais um das dificuldades que aguardarão o Partido dos Trabalhadores nas eleições
de 2018. Empregando termo 'fim de ciclo' para acentuar uma visão ilógica como
ingrediente de pessimismo. Observa Paulo Moreira Leite; antes de acreditar numa
teoria de dominó conservador no Continente, cabe lembrar que o conservador
Mauricio Macri, porém, ganhou a presidência por uma vantagem de 2,8% dos votos,
menor que a diferença de Dilma sobre Aécio em 2014, lembra o jornalista, em
artigo; para ele, "a presença de um governo à direita em Buenos Aires em
nada ajuda o governo brasileiro, mas é cedo para entregar o ouro, a prata e as
pedras preciosas de um projeto de valor histórico”.
No
que achamos e para completar muito estranha as declarações do recém- eleito
presidente da argentina. O mesmo imediatamente após a confirmação da sua
vitória e sem mesmo assentar-se ao trono, foi logo abrindo o jogo de que não
deseja continuar numa boa parceria com os países governados pela Social
Democracia do continente. Em outras palavras, que “melará” as relações do seu
país em qualquer situação que entre os países ajustados com a social democracia
e de cara detonando “logo de saída” a Venezuela, num cabal desrespeito a
soberania de um dos integrantes da aliança Mercosul.
Por
respeito ao Brasil, declarou o mesmo que continuará sendo o Brasil um dos seus parceiros
quando e na verdade e desta forma procedendo, jamais terá o aval do PT enquanto
na presidência da república permanecer. Seria mais elegante e se deseja o
eleito presidente governar mantendo compromissos políticos internos e externos,
não falando nem muito fino e muito menos grosso por demais em se tratando da
manutenção das aliançadas conquistas.
Eu
particularmente acho muito difícil e no aplicar velhos e tradicionais conceitos
políticos modelados por uma direita quase sempre radical, se tornará difícil o
Brasil caminhar de braços dados com a argentina como transcorria até então, no
que e mesmo com as naturais turbulências políticas e econômicas ocorridas-decorrer
do mandato da atual presidenta Cristina Kirchner. Que o Brasil se prepare
porque vem por aí ‘chumbo grosso’ advindo do lado da trincheira dos
conservadores argentinos, os quais após e passado o atual momento, deverão e
com as suas armas antidemocráticas, com certeza se postarem nas fronteiras
daqueles que não desejarem falar a sua respectiva língua, infelizmente. Por > MM Souza.

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