sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Encontro mundial sobre o meio ambiente

Foto ilustrativo Google
Apesar dos últimos acontecimentos promovidos por fundamentalistas “religiosos” na França e especialmente na sua capital Paris. Continua confirmado um dos três maiores eventos relacionados a temas ambientais, equilíbrios e desequilíbrios no planeta terra, oportunidade que atrairá para mais de uma centena de nações envolvendo cientistas, técnicos e dirigentes das maiores potencias do mundo incluindo a nossa emergente nação representada pela presidenta Dilma Rousseff. No que e mesmo subtraído no seu brilho, promete o marcante momento, sacudir a “roseira” do mundo diante das constantes catástrofes que vem seguidamente ocorrendo no universo e numa espantosa além de descontrolada velocidade. 
 Assim sendo observe a seguir maiores detalhes relacionados: A pouco mais de uma semana para o início da 21ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP21), que ocorrerá entre 30 de novembro e 11 de dezembro próximo, em Paris, na França, a perspectiva é de assinatura do maior acordo climático do mundo. O Protocolo de Paris vai substituir o Protocolo de Kyoto, que entrou em vigor em fevereiro de 2005. Mas ao contrário do acordo anterior, que tinha metas específicas para um grupo de menos de 40 países desenvolvidos, o Protocolo de Paris será um acordo global que envolverá mais de 190 países que fazem parte da Convenção do Clima da Organização das Nações Unidas (ONU).
Para o coordenador do Observatório do Clima, rede de organizações não governamentais (ONGs) e movimentos sociais que atuam na agenda climática brasileira, André Ferretti, a realidade do mundo mudou bastante de lá para cá. “Muitos países que naquela época tinham um papel bem menor nas emissões globais assumiram posições de mais emissões – como a China – e a economia dos países emergentes evoluiu na economia global em relação ao que ocorria nos anos de 1990. Isso por si só já exige novas formas de tratar da questão”, disse.
O novo acordo será uma espécie de guia de desenvolvimento para o futuro. Ferretti explicou que, por mais que se trate o protocolo como uma discussão ambiental, ele é, na verdade, uma discussão de desenvolvimento, já que vai estabelecer parâmetros para os países signatários seguirem durante as próximas décadas, “até a metade do século, pelo menos”. O intuito é estabilizar as emissões de gases de efeito estufa (GEE), “para que, ao final do século, não ultrapasse aquecimento superior a 2 graus Celsius (°C) em relação ao que havia no período pré-industrial”.  Fonte > Agencia Brasil



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