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| Foto ilustrativo Google |
Apesar dos últimos acontecimentos
promovidos por fundamentalistas “religiosos” na França e especialmente na sua
capital Paris. Continua confirmado um dos três maiores eventos relacionados a
temas ambientais, equilíbrios e desequilíbrios no planeta terra, oportunidade
que atrairá para mais de uma centena de nações envolvendo cientistas, técnicos
e dirigentes das maiores potencias do mundo incluindo a nossa emergente nação
representada pela presidenta Dilma Rousseff. No que e mesmo subtraído no seu
brilho, promete o marcante momento, sacudir a “roseira” do mundo diante das
constantes catástrofes que vem seguidamente ocorrendo no universo e numa
espantosa além de descontrolada velocidade.
Para o coordenador do
Observatório do Clima, rede de organizações não governamentais (ONGs) e
movimentos sociais que atuam na agenda climática brasileira, André Ferretti, a
realidade do mundo mudou bastante de lá para cá. “Muitos países que naquela época
tinham um papel bem menor nas emissões globais assumiram posições de mais
emissões – como a China – e a economia dos países emergentes evoluiu na
economia global em relação ao que ocorria nos anos de 1990. Isso por si só já
exige novas formas de tratar da questão”, disse.
O novo acordo será uma espécie de
guia de desenvolvimento para o futuro. Ferretti explicou que, por mais que se
trate o protocolo como uma discussão ambiental, ele é, na verdade, uma
discussão de desenvolvimento, já que vai estabelecer parâmetros para os países
signatários seguirem durante as próximas décadas, “até a metade do século, pelo
menos”. O intuito é estabilizar as emissões de gases de efeito estufa (GEE),
“para que, ao final do século, não ultrapasse aquecimento superior a 2 graus
Celsius (°C) em relação ao que havia no período pré-industrial”. Fonte > Agencia Brasil


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