sábado, 14 de novembro de 2015

Radiofonia no Brasil

Meramente ilustrativa
A lei já existia constitucionalmente no que e diante de tantos desvios de conduta daqueles que deveria respeitá-la fora feito um ajuste publicado no diário oficial da união enxertando alguns procedimentos excepcionalmente no concernente ao direito de resposta das pessoas vilmente atacadas pelos tidos como “profissionais” e pseudos.
Desta forma chamando as rédeas esses, a presidente Dilma Sancionou lei disciplinando e estabelecendo datas quanto ao direito de resposta de alguns desses que insistem e atacar pessoas sem fundamento algum. Aliás seria oportuno lembrar que enquanto a maioria das emissoras de radio veicula mensagens institucionais chamando atenção no relacionado as emissoras piratas edicetra e tais, que as mesmas também veiculasse mensagens relacionadas aos aventureiros que se aventuram na utilização de microfones sem a devida qualificação ou permissão profissional e em conformidade com as leis em vigor no país.
Ainda no decorrer desta semana um artigo publicado num dos jornais impressos da região nomeando a situação dos que insistem em se auto intitular na condição de radialista, mesmo sem o devido preparo ou permissão da lei, os quais utilizam microfones a serviço dos políticos, na sua grande maioria detentores das respectivas licenças e assim sendo utilizando no burlarem as leis trabalhistas e de regulamentação da atividade os seus mequetrefes cabos eleitorais e desta forma baixando o nível e qualidade das respectivas programações, transformando-as num verdadeiro festival de besteirol e consequentemente, atropelando a língua oficial do pais.
Certo é que na sua grande maioria, esses fabricantes de lunáticos, se acham donos da comunicação nacional e desta forma deixando fora do mercado os verdadeiros profissionais por não se submeterem aos caprichos ou se postarem na condição de seus “paus mandados”.

A coisa funciona mais ou menos assim: nas “pescarias” dos seus cabos eleitorais, buscam esses, pessoas, mesmo se tratando de pessoas analfabetas, geralmente pessoas bem falantes e assim sendo se destacando no seio das comunidades a que pertencem. Pessoas envolventes nos seus discursos, especialmente os que vivenciam “sem nada fazer” postados nas esquinas da vida. É desta forma que são recrutados, ou buscados "como queira",  e assim os colocando nas suas emissoras sem o menor critério avaliação ou qualificação, sem o menor conceito de formação profissional e assim sendo retirando do mercado os verdadeiros profissionais. 
Infelizmente esses, no atropelarem a gramática e no aceitarem baixíssimos salários transformam a categoria a serviço de uma única oficina, oficina da bagunçaria. E com certeza, aqui na região não é diferente. Por> MM Souza.

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