Como
se não bastasse a guerra fria no mundo pós guerra, os EUUA continua insistindo
na sua fincada hegemonia mundial no continuar insistindo nos seus ideais no contar
com os apoios dos seus parceiros europeus modelado nas nas suas tradicionais alianças econômicas e
nas guerras envolvendo China
principalmente União soviética (Rússia). Como se não bastasse,
passados os períodos correspondentes as guerras-frias existentes do passado entre os
países do bloco oriental denominado “cortina de ferro”, envolvendo os
"com maior poder de fogo" e assim os conflitos de lá para cá deixou de ser considerado
unificados para serem entendidos com isolados, no envolver as mais diversas
nações assim como os mais diversos sistemas de governo.
Nesse
interim, as guerras frias se mantiveram a distâncias e não demorando para acontecer as tentativas de reaproximação, mormente após a caída das denominadas cortinas de ferro, porém as guerras continuaram efervescentes nos palcos dos disputas hegemonicas, políticas e econômicas de bastidores.
Só que com o diferencial, nos últimos tempos, a crise tem mantido os "canhões silenciosos" nas suas disputas por interesses corporeos no momento, os ânimos começam se reanimar e com isso a frigideira universal começa ser aquecida. Desta forma e no continuar punindo economicamente as consideradas como menores nações, “grande parte delas ainda com tradicionais vínculos comerciais e até culturais” com as denominadas economias emergentes.
Assim
sendo e na articulada alianças envolvendo essas nações, envolvendo Brasil,
África do Sul, Índia, China e Rússia, (Brincs), fomentam estas certa independência na formação de um bloco contando com o suporte de uma banco próprio e assim sendo dando inicio a ameaça ao "eterno mentor do considerado emprestador das economias mundiais, explorador FMI, entidade
vinculada aos euros e desta forma despertando o "Tio Sam" para a indesejada construção do
porto de Mariel (Cuba), no seu próprio "quintal e assim fazendo com que a hegemonica nação reavaliasse
os seus conceitos e desta forma provocando a sua reaproximação, “para eles", com a maldita ilha. No que e nesse interim, fizera
com que reativasse a denominada "guerra fria" e assim sendo abrindo um novo conflito e desta feita de ordem econômica com os Rússos e assim sendo os
retaliando no impor sansões comerciais à sua economia.Só que com o diferencial, nos últimos tempos, a crise tem mantido os "canhões silenciosos" nas suas disputas por interesses corporeos no momento, os ânimos começam se reanimar e com isso a frigideira universal começa ser aquecida. Desta forma e no continuar punindo economicamente as consideradas como menores nações, “grande parte delas ainda com tradicionais vínculos comerciais e até culturais” com as denominadas economias emergentes.
Por
último e no “torpedear” as economias da Rússia, começou nos bastidores
situações envolvendo o lado guerreiro e se tratando da defesa de posições
estratégicos mundo a fora e assim sendo, conflitando interesses
comuns estratégicos e econômicos no acirrar ânimos guerreiros e desta forma encontrando-se as turras diante da iminência de se baterem de frente
nos palcos do conflito, no reproduzirem no momento tendo como o principal foco, o conflito da Síria e desta forma interferindo nas
questões sociais da conflituosa nação.
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