terça-feira, 3 de novembro de 2015

Internacional " A frigideira mundial"

Como se não bastasse a guerra fria no mundo pós guerra, os EUUA continua insistindo na sua fincada hegemonia mundial no continuar insistindo nos seus ideais no contar com os apoios dos seus parceiros europeus modelado nas nas suas tradicionais alianças econômicas e nas guerras envolvendo China principalmente União soviética (Rússia). Como se  não bastasse, passados os períodos correspondentes as guerras-frias existentes do passado entre os países do bloco oriental denominado “cortina de ferro”, envolvendo os "com maior poder de fogo" e assim  os conflitos de lá para cá deixou de ser considerado unificados para serem entendidos com isolados, no envolver as mais diversas nações assim como os mais diversos sistemas de governo.

Nesse interim, as guerras frias se mantiveram a distâncias e não demorando para acontecer as tentativas de reaproximação, mormente após a caída das denominadas cortinas de ferro, porém as guerras continuaram efervescentes nos palcos dos disputas hegemonicas, políticas e econômicas de bastidores.
Só que com o diferencial, nos últimos tempos, a crise tem mantido os "canhões silenciosos" nas suas disputas por interesses corporeos no momento, os ânimos começam se reanimar e com isso a frigideira universal começa ser aquecida. Desta forma e no continuar punindo economicamente as consideradas como menores nações, “grande parte delas ainda com tradicionais vínculos comerciais e até culturais” com as denominadas economias emergentes.
Assim sendo e na articulada alianças envolvendo essas nações, envolvendo  Brasil, África do Sul, Índia, China e Rússia, (Brincs), fomentam estas  certa independência na formação de um bloco contando com o suporte de uma banco próprio e assim sendo dando inicio a ameaça ao "eterno mentor do considerado emprestador das economias mundiais, explorador FMI, entidade vinculada aos  euros e desta forma despertando o "Tio Sam" para a indesejada construção do porto de Mariel (Cuba), no seu próprio "quintal e assim fazendo com que a hegemonica nação reavaliasse os seus conceitos e desta forma provocando a sua reaproximação, “para eles", com a maldita ilha. No que e nesse interim, fizera com que reativasse a denominada "guerra fria" e assim sendo abrindo um novo conflito e desta feita de ordem econômica com os Rússos e assim sendo os retaliando no impor sansões comerciais à sua economia.

Por último e no “torpedear” as economias da Rússia, começou nos bastidores situações envolvendo o lado guerreiro e se tratando da defesa de posições estratégicos mundo a fora e assim sendo, conflitando interesses comuns estratégicos e econômicos no acirrar ânimos guerreiros e desta forma encontrando-se as turras diante da iminência de se baterem de frente nos palcos do conflito, no reproduzirem no momento tendo como o principal foco, o conflito da Síria e desta forma  interferindo nas questões sociais da conflituosa nação.
Como se não bastasse, por último, surge a questão econômica estratégica por a China haver construído estrategicamente algumas ilhas em uma região correspondente a águas até então consideradas internacionais nos mares asiáticos. No que e com certeza "vai dar pano para muitas mangas" e que no frigir dos ovos, a frigideira mundial se encontra sendo aquecida. Por MM Souza.                


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