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| O caminho do descaso das leis ambientais. |
A
coisa foi feia e diante dos parlatórios políticos e leis adequadas para puni-la
simplesmente entre falácias dos seus administradores e do órgão que deveria na
prática serem competentes, as diversidades e o meio aonde existem milhares de
micros organismos fora cimentada tanto nos leitos quanto no fundo por onde a maldita
lama escorregara.
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| Consequências |
O
mais interessante é que e no último final de semana assistindo o programa Globo
Rural, “coisa que o faço regularmente”, observava uma reportagem promovida no
estado do Paraná e onde pessoas mais preocupadas com o meio ambiente, no
produzirem resíduos da mandioca, extraindo consequentemente da base de sua
matéria prima (fécula), digamos e reforçamos um dos estados maior produtor
desses subprodutos da mandioca e diante da sua alta toxidade pós-produção,
(resíduos) e consequentemente gerando uma série de transtornos a natureza,
principalmente perante a camada de ozônio e assim sendo foram os seus produtores
buscarem as necessárias soluções.
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| Cidade arrasada |
No
que e mesmo demandando em altas complexidades e investimentos, não tão somente,
além de resolverem o problema da extração da madeira utilizada nas suas
caldeiras, descobriram seus técnicos entre outras utilidades, o uso do gás gerado
a partir dos resíduos alimentadores das mesmas, cuja água demandada e utilizada
na sua linha de produção, se fosse simplesmente depositada, “como ocorre com os
resíduos da extração mineral”, o problema não estaria resolvido. No que e em
conformidade com as soluções encontradas pelos produtores, a água utilizada em
todas as etapas da sua linha produção, retorna aos rios e córregos com quase
100% da sua pureza.
Assim
sendo situações como as ocorridas no estado de Minas, poderão ser além de
solucionáveis, resolvidas e bastando para tanto, possuir os seus beneficiários,
responsabilidades. Por> MM Souza.



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