sábado, 8 de novembro de 2014

Socialmente Falando


Chega ser estarrecedor os reclames da sociedade no que diz respeito às questões relacionadas à inoperante segurança pública que campeia por todos os quadrantes do país e não adianta “politicamente falando”, procurar culpados individuais, quando a sociedade que se diz organizada, deveria provocar manifestações públicas no apresentar os seus reclames, sem contudo eleger A, B ou C, no provocar tais manifestos, manifestos de  indignação pública direcionando-os não tão somente a uma única figura e sim aos setores administrativos-governistas específicos.

Porque assim entendemos? Pelo fato de no decorrer da passada semana, a violência até então concentrada nas periférias do município de Eunápolis (BA), chegara ao seu grau máximo de ousadia chegando ao centro comercial da cidade, ocorendo na ocasião tiroteio envolvendo bandidos e policiais, numa das principais artérias comerciais do município, no que e passados uns poucos dias e numa ação perpetrada por meliantes, terminou por ferir de morte e a luz do dia, um policial que nos momentos de folga, fazia “bico”, no complementar os rendimentos da familia. Sendo o mesmo covardemente assassinado por uma dupla de jovens, os quais socialmente vivenciam os seus respectivos dia a dia, a margem da sociedade.

Me fazendo lembrar, “cá para os meus botões” e na condição de “leigo”, que há alguns anos, seguramente não mais que duas décadas”, existiu um cidadão “politicamente falando”, chamado Leonel Brizola, o qual e no tentar implantar como governador do estado do Rio de Janeiro, diferenciado modelo de educação (CIEPS), que e no alimentar o que seria o inicio de um modelo que poderia num futuro se estender para todo o país. Isso obviamente, se o mesmo não sofresse, como sofreu violentos “bombardeios midiáticos” promovidos por parte daqueles que através das suas centrais corporativas midiaticas, promovem além de alimentar extasiantes fantasias, no envolverem manipuláveis cidadãos.  

No que e se continuado, estaria formado nos dias atuais as “centrais ante vagabundagens” e cujos jovens estariam atualmente na faixa etária entre 18 e 20 anos. Os quais depois de saídos das modeladas e planejadas escolas (CIEPS), estariam atualmente formados ou no mínimo, mais conscientes no correspondente ao exercitar das suas respectivas cidadanias. Falei, disse e tá falado.         

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