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| Vidinha tranquíla |
Acredito alguns de vocês caros amigos lembrarem de um passado não muito distante, oportunidade
que a criançada ao se reunir diante das noites compostas por brilhantes luaus, nos terreirões das
suas casas, sem luz e quando muito alimentados por energia gerada através de motores movidos a
diesel, os quais funcionavam somente ao anoitecer e encerrando as suas atividades quase sempre a meia noite. Ocasiões que inocentes mocinhas ao tarjarem
vestidos de chita, saíam de suas casas e à luz do fifó, no
formarem um circulos “rodas”, entre
umbigadas de bater de palmas, cantarolavam musicas do cancioneiro da época, entre Escravos
de jó, Demarrés e tantas outras conhecidas às suas épocas, oportunidade que mostravam as suas
inocentes formas de vivenciarem as suas vidas nas suas simplicidades. Que em tais momentos, os jovens garotos apenas acompanhavam, ou simplesmente se olhavam.
Pois
bem, esse tempo faz parte de passado, formato de vivenciar a vida cotidiana dos cidadãos de uma época, quer seja pelos interiores, quer seja nas periferias dos mais adiantados conglomerados
urbanos. Que e se amiúde apurado, pode e se avaliado e nos dias atuais, considerado como "período da
inocência", que e com o passar dos tempos, esses inocentes foram entrando paulatinamente no contexto "realidadede dos novos tempos", os quais e no provarem dos manjares do presente, inseridos no moderno contexto social, entre tantas ações promovidas pelas mazelas sociais, foram descobrindo coisas e assim se envolvendo com nefastos poderes, alguns desses descendentes atualmente fazem parte de uma "elite", que além de preconcituosa e discriminadora, movida pelas ostentações e no arfa de
se darem bem em tudo, saem por aí atropelando tudo e a todos, infelizmente.
No
adentrarem às escolas da vida, a sua grande maioria infrlizmente, faz parte dessa mal
criada elitesinha que por sua vez, mal criada, além de mal ajeitada, somente enxergam nas entrelinhas, osetntações economicas. Alguns desses e no se tornarem melomaníacos como e também chacais dilapidadores "ladrões" do erário público. Sem contar obviamente, aqueles que em troca do ouro do poder e no se
“defender”, vendem antecipadamente as suas respectivas vidas antecipando a alma, para o diabo.
Assim sendo e se não houver uma verdadeira revolução cultural no país “numa operação resgate da cidadania”, acredita-se que jamais haverá bons tempos como antigamente" para ninguém.
Em se
tratando do assunto, falei, disse e está falado.

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