sábado, 15 de novembro de 2014

Polos & Interioranos

Polo industrial urbano.

Em se tratando do assunto polos industriais do interior do estado da Bahia e principalmente aqui no Sul-Extremo Sul a pancada não é diferente do instalado no município de Ilhéus, o qual deveria servir como modelo além de exemplo para a região no ser incentivado no contar com facilidades junto aos setores que provocam sustentabilidades junto aos governantes do estado e as vezes até federativos, o qual e mesmo capengamente segue totamente a sua estrada. 

Por outro lado e no passar pelo município de Itabuna e onde praticamente nada também existe em se tratando do assunto, exceto, um disperso além de desorganizado setor industrial, que e sem visibilidade e na falta de planejamento, produz apenas quinquilharias consumidas na própria região.
Planejadamente construindo
No seguir adiante, na direção do Extremo Sul do estado a coisa por aí pode se considerada até pior, principalmente se levado em conta o distanciamento existente entre a região e a capital do estado e desta forma, no que deveria ser polos, acaba pecando por falta de planejamento e nada dando certo, exceto duas centrais produtoras da pasta básica originária do eucalipto, que ao na região chegar e no adquir extensas glebas, atrapalhou outros segementos notadamente as voltadas para o agronegócio.

Consequentemente o que devería ser um polo modelado para o desenvolvimento de municípios como Eunápolis (Extremo Sul), dando como exemplo, acabou o mesmo e também não dando certo. Que e por sua vez o implantado polo industrial implantado no passado, atualmente mais parece um cemitério de projetos. 
Ao passo que o município de Teixeira de Freitas, segue mesmo que meio tímido, no procurando fazer as suas diferenças nos seus caminhares.

Balneário aliado ao afrtesanato, uma saída.
Restando o município de Porto Seguro, o qual e se houvesse planejamento nas ações voltadas para a "indústria sem chaminé", poderia o mesmo se transformar num diferencial na região se  utilizado o seu potencial turístico, voltando-se para a industrialização do seu potencial maior no aproveitar a sua natural visibilidade, produzindo e revendendo no próprio e no aproveitar da circulação dos visitantes, aquilo que os mesmos mais consomem, gastronomia, hotelaria e principalmente, naturalmente se incentivando a sedimentação das chamadas indutrias de fundo de quintais, as quais poderiam produzir e revender o seu próprio artesanato. 

Conclusivamente e no frigir dos ovos, se os gestores públicos passassem ser menos prolísticos, menos políticos, sendo mais gestores, com certeza descobririam os caminhos das soluções modelado naquilo que fez a frota portuguesa ha 550 anos atrás no buscar dos caminhos das especiarias na Índia e que terminaram  no acreditar nos seus propositos, descobrindo essa grandiosa nação brasileira. 


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