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| Meramente ilustrativa |
Se
você me perguntar o que eu acho do prefeito da cidade aonde moro, responderia; como prefeito-gestor público ou enquanto cidadão?
Bom, no responder as duas perguntas diria: Enquanto cidadão nada a declarar por não vivenciar a vida cotidianamente na sua proximidade, aliado ao fato de pouco conhecê-lo, tanto no relacionado aos seus feitos e sua atitudes, como e também não vivenciar os nossos dias a dias em comum. Mesmo porque mantemos uma relação do apenas oi, “discreta”. Jamais poderia falar a respeito de
qualquer situaça co-relata à pessoa propriamente dita.
Que e enquanto
prefeito-gestor da cidade aonde habito diria a mesma coisa por não ser
participativo e muito menos, fazer parte como integrante da sua equipe, quer seja como partidário correligionário ou na condição de beneficiário da vida pública e ou até memsmo, na
condição de prestador de serviço na minha espceialização.
Pois
bem, na minha concepção avaliação enquanto servidor da comunicação, acho pelo que tenho observado através da minha “torre de
vigília”, o prefeito Neto por ainda não haver atinado no buscar de visibilidade enquanto
gestor, acaba por pagar os seus pecados ainda em vida, além de elástico prêço. Que e no
frigir dos ovos, pela pratica desse atípico comportamento a sua imagem acaba por
ficar pesada além da conta tanto na condição de cidadão, quer seja e principalmente, na condição de gestor público.
Ao
finalizar a nossa conversa, que o atualmente gestor do município cidade de Eunápolis
(BA) prefeito Neto Guerrieri, entenda que mandato passa e o cidadão juntamente
com os seus atos fica e por toda vida. Não poderia o mesmo enquanto
homem público ser um pouco mais prolístico, além de simpático? Menos sisudo, menos carrancudo e desta forma construíndo
uma relação-imagem positiva diante da sociedade a que serve? No que lhe digo; "assim procedendo" obviamente que faz parte dos deveres e obrigações dentro do ócio assumido publicamente".
Que
esta mensagem sirva no alertá-lo e no sentido de não ficar unicamente na
janela e a acenar para os passantes, sequer chegando a sua principal porta no receber à todos, no que e assim não procedendo, deixará o senhor de praticar além do ócios um nobre gesto. Afinal os portais públicos pertencem a todos, independente das razões ou das funções de cada um.
No relacionado, falei está dito e não volto atrás.

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