quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Matadouro em Eunápolis

Não se entende o porque da razão do município de Eunápolis (BA), manter uma equipe de Vigilância Sanitária ao um ônus muito caro repassado para a sua comunidade através dos impostos recolhidos pelo erário público local, os quais terminar por atuarem aparentemente, em ações futéis além de corriqueiras.

Oportunamente vamos falar sobre as carnes consumidas no município, as quais e na sua grande maioria procedem de origem duvidosa, principalmente em se tratando de carne bovina, foco de consumo maior da sua popula,ão. Politicamente os gestores públicos desde a emancipação do município, sequer tiveram a preocupação de ordenarem à construção e aparelhamento de um matadouro a altura das obediências à qualidade das carnes ofertadas.

Que por sua vez e a partir das convenientes instalações aonde o gado chega ao destino do seu confinamento, procedência, inspeção técnica eaté a sua chegada ao abate. No observar critérios técnicos e elementares, se os animais estão sendo, abatidos de forma recomendada pelos balizados do assunto, respectivas acomodações, além do relacionado ao seu transporte até a sua chegada ao consumidor final e dai para frente, passando para outras demandas das leis.

Certo é que existia um desses por aqui criado pela iniciativa privada, o qual desde a sua criação, fora “atropelado” a partir da gestão do ex prefeito Paulo Ernesto Dapé; que e de lá para cá, veio o mesmo funcionando em meio a turbulentas gestões de cunho administrativo, assim sendo e desta forma, não sabendo os consumidores como as coisas ocorriam nos bastidores e se o mesmo se encontrava  funcionando de acordo com os procedimentos demandados pelas leis, além de em se tratando do preventivo relacionado a saúde publica.

Concordam os seus usuários que mesmo funcionando precariamente, vinha atendendo e no caso, sujeito a especulações quanto ao abate clandestino. E por último, diante de tantos problemas de ordem interna, o Ministério Público (MP), teve que intervir e desta forma se encontrando o mesmo interditado, obviamente sem produzir no atendimento a população.
Enquanto isso os açougues da cidade são obrigados a irem buscar a matéria prima e seus derivados, em outras localidades da região e assim, onerando os seus custos os quais e no serem repassados, além dos altos preço do boi no pasto praticados no país, acaba por os daqui pagarem preço acima da média.

       

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