Não
“sabemos” de onde vem à culpa se do governo, do estado ou simplesmente dos
gestores municipais. Certo é que e em se tratando do desenvolvimento social que
geralmente ocorrem quando setores industriais caminham conjuntamente com as
demais economias desenvolvidas nos mais diversos municípios, no que e assim sendo, todos
saem ganhando. Quando desta forma não acontece por falta de ação de um lado e de outro,
aí alguém paga um preço e na maioria das vezes, até alto demais com certeza.
Verdade
é que, os municípios de modo geral e no fazerem do empreguismo político as suas
principais fontes, fazem girar as suas receitas através do sistema “ciranda
financeiras” ou, seja; o dinheiro sai dos cofres públicos e retorna através dos
impostos arrecadados através dos prestadores de serviços em geral, no que e assim não
ocorrendo, os seus comércios sem constância nos seus respectivos giros, permanecem de pé como se elefante branco o fosse, no se captalizarem somente de caju em
caju, ou tão somente, nos finais de mês no contar com parte dos giros originários e por conta apenas do erário público, ou de suas respectivas economias informais.
Que e no
frigir dos ovos, terminam por se transformarem em economias meramente sazonais ou simplesmente mutantes, como queiram.
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